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Caso Maddie

A agência de detectives espanhola Método 3, contratada pelo casal McCann para encontrarem a sua filha Madeleine, recrutou o advogado Marcos Aragão Correia – ligado aos casos do desaparecimento de Madeleine e, posteriormente, ao de Joana Cipriano – para que este conseguisse que Gonçalo Amaral, o ex-coordenador da PJ de Portimão, fosse o principal alvo do processo que o acusou de omissão de denúncia de actos de tortura durante o interrogatório a Leonor Cipriano.

Nota: há quem acredite que este caso está relacionado com o caso Freeport, investigado em Inglaterra e "congelado" naquele país. Os pais de Maddie eram amigos de Gordon Brown, o primeiro-ministro inglês, que por sua vez é amigo e pertence ao mesmo grupo político de José Pinto de Sousa, o primeiro-ministro português, que numa gravação é acusado de corrupto por Charles Smith e acusado de ter (mais o seu staff) recebido dinheiro para licenciar o empreendimento Freeport, quando era ministro do ambiente. Gordon Brown tem poderes directos sobre o SFO (Serious Fraud Office) que investigou o caso Freeport. O Caso Maddie foi arquivado em Portugal por decisão do responsável (equiparado a director-geral ou eventualmente a secretário de Estado) que tutela a Polícia Judiciária, evidentemente nomeado pelo governo de José (Sócrates) Pinto de Sousa.

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