Seria óptimo*
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai propor à Rússia uma redução em 80 por cento dos arsenais nucleares dos dois países, à qual Moscovo já reagiu favoravelmente.
A proposta foi anunciada em primeira mão pelo diário britânico The Times, que a considera a mais ambiciosa em matéria de redução de arsenais nucleares numa geração.
O tratado conduziria a uma redução dos arsenais dos dois países a mil ogivas.
O vice-primeiro ministro russo, Sergei Ivanov, disse que Moscovo estaria disponível para assinar um novo acordo estratégico com Washington no espaço de um ano, diz o mesmo jornal.
* se na Rússia deixassem de assassinar jornalistas, advogados, e opositores ao regime...
Nos EUA é assim
A equipa do presidente Barack Obama sofreu duas importantes baixas, com a renúncia do nomeado para a pasta da Saúde, Tom Daschle, e da responsável pela Execução Orçamental, Nancy Killefer. Ambos decidiram retirar a candidatura devido a problemas fiscais.
A renúncia mais sonante foi a de Tom Daschle, antigo líder da maioria democrata no Senado e o escolhido por Obama para levar a cabo a ambiciosa reforma do sistema de saúde. Durante as audiências de confirmação no Senado, Daschle foi confrontado com questões relativas a dívidas ao Fisco, que terão estado por detrás da sua resignação. Em comunicado, afirmou que o cargo para o qual foi convidado "exige um líder que possa trabalhar com a confiança plena do Congresso e do povo americano, e que não seja uma distracção".
Já Nancy Killefer, designada por Obama para controlar a execução orçamental e reduzir a despesa pública, citou "problemas fiscais" como razão para a sua renúncia e afirmou, tal como Daschle, que não pretendia ser uma distracção.
Estas não foram, recorde-se, as primeiras baixas sofridas pela equipa de Obama. Bill Richardson, nomeado para a pasta do Comércio, anunciou em Janeiro a retirada da sua candidatura devido a alegados benefícios concedidos a empresas enquanto governador do Novo México. Também o nomeado para a Secretaria do Tesouro, Timothy Geithner, viu a sua confirmação adiada devido a problemas fiscais. In www.correiomanha.pt, 04 Fevereiro 2009 - 00h30
Técnicas ignoram reunião
04.02.2009 - 08h51
As duas principais responsáveis que conduziram a avaliação ambiental do complexo Freeport ignoravam, até há pouco, a existência de uma reunião no princípio de 2002, com a presença de José Sócrates, então ministro do Ambiente, e os promotores do empreendimento em Alcochete, na qual terão sido discutidas as condições para a aprovação do projecto.
Segundo alegações contidas na investigação ao licenciamento, a reunião terá decorrido dia 17 de Janeiro e contado com a participação também de técnicos ambientais e autárquicos. Na semana passada, Sócrates confirmou ter estado no encontro.
Mas Fernanda Vara, ex-directora regional do Ambiente, que na altura tutelava a avaliação do Freeport, disse ontem que não se recorda do encontro e que estranha o facto. "Reuniões como estas não havia às centenas, e eu não me lembro", afirmou ao PÚBLICO. "Não sei se estive lá."
Fernanda Vara, hoje ligada ao Turismo de Portugal, só ouviu falar da reunião agora, com as notícias sobre a investigação. "Também andei a tentar perceber o que era esta reunião. Mas não consta do processo, não existe nenhuma referência", afirma.
Já Antonieta Castaño, técnica que presidia à comissão de avaliação, tem mais certezas: "Não esteve na reunião do ministério, nem se recorda se terá havido", segundo informação da assessoria de imprensa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo.
Se calhar foram os lojistas* para ganharem clientela
O socialista e ex-ministro da Saúde António Correia de Campos considerou hoje que o "caso Freeport" foi criado pela comunicação social, que assumiu o papel da oposição por esta ser "fraca".
"Quando a oposição é frágil - como é actualmente no nosso país - os media tendem a assumir o papel da oposição. É uma reacção natural, em todo o mundo e em todas as circunstâncias", disse Correia de Campos em entrevista à Agência Lusa.
Correia de Campos, que há um ano foi substituído pela pediatra Ana Jorge à frente da pasta da Saúde do actual Governo, considerou que este caso "terá certamente efeitos políticos".
O actual professor no Instituto Nacional de Administração (INA) defende que o "caso Freeport" tem uma origem "puramente artificial".
"Sabemos que [o caso] foi destilado gota a gota por alguma comunicação social, muito preocupada com as vendas e as audiências" e que as acusações foram rebatidas com declarações directas dos envolvidos, referiu também.
* do Freeport...
A Revelação*
“Eu trato o meu sobrinho por Zezito”
Foi uma emoção: "Zezito, é assim que eu trato o meu sobrinho José Sócrates." Esta foi a grande revelação de Júlio Monteiro na entrevista de ontem à TVI. O ‘Jornal Nacional’ começou com o engenheiro de Cascais sentado ao lado de Manuela Moura Guedes.
* não, não é o título do próximo filme do Manuel de Oliveira...
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai propor à Rússia uma redução em 80 por cento dos arsenais nucleares dos dois países, à qual Moscovo já reagiu favoravelmente.
A proposta foi anunciada em primeira mão pelo diário britânico The Times, que a considera a mais ambiciosa em matéria de redução de arsenais nucleares numa geração.
O tratado conduziria a uma redução dos arsenais dos dois países a mil ogivas.
O vice-primeiro ministro russo, Sergei Ivanov, disse que Moscovo estaria disponível para assinar um novo acordo estratégico com Washington no espaço de um ano, diz o mesmo jornal.
* se na Rússia deixassem de assassinar jornalistas, advogados, e opositores ao regime...
Nos EUA é assim
A equipa do presidente Barack Obama sofreu duas importantes baixas, com a renúncia do nomeado para a pasta da Saúde, Tom Daschle, e da responsável pela Execução Orçamental, Nancy Killefer. Ambos decidiram retirar a candidatura devido a problemas fiscais.
A renúncia mais sonante foi a de Tom Daschle, antigo líder da maioria democrata no Senado e o escolhido por Obama para levar a cabo a ambiciosa reforma do sistema de saúde. Durante as audiências de confirmação no Senado, Daschle foi confrontado com questões relativas a dívidas ao Fisco, que terão estado por detrás da sua resignação. Em comunicado, afirmou que o cargo para o qual foi convidado "exige um líder que possa trabalhar com a confiança plena do Congresso e do povo americano, e que não seja uma distracção".
Já Nancy Killefer, designada por Obama para controlar a execução orçamental e reduzir a despesa pública, citou "problemas fiscais" como razão para a sua renúncia e afirmou, tal como Daschle, que não pretendia ser uma distracção.
Estas não foram, recorde-se, as primeiras baixas sofridas pela equipa de Obama. Bill Richardson, nomeado para a pasta do Comércio, anunciou em Janeiro a retirada da sua candidatura devido a alegados benefícios concedidos a empresas enquanto governador do Novo México. Também o nomeado para a Secretaria do Tesouro, Timothy Geithner, viu a sua confirmação adiada devido a problemas fiscais. In www.correiomanha.pt, 04 Fevereiro 2009 - 00h30
Técnicas ignoram reunião
04.02.2009 - 08h51
As duas principais responsáveis que conduziram a avaliação ambiental do complexo Freeport ignoravam, até há pouco, a existência de uma reunião no princípio de 2002, com a presença de José Sócrates, então ministro do Ambiente, e os promotores do empreendimento em Alcochete, na qual terão sido discutidas as condições para a aprovação do projecto.
Segundo alegações contidas na investigação ao licenciamento, a reunião terá decorrido dia 17 de Janeiro e contado com a participação também de técnicos ambientais e autárquicos. Na semana passada, Sócrates confirmou ter estado no encontro.
Mas Fernanda Vara, ex-directora regional do Ambiente, que na altura tutelava a avaliação do Freeport, disse ontem que não se recorda do encontro e que estranha o facto. "Reuniões como estas não havia às centenas, e eu não me lembro", afirmou ao PÚBLICO. "Não sei se estive lá."
Fernanda Vara, hoje ligada ao Turismo de Portugal, só ouviu falar da reunião agora, com as notícias sobre a investigação. "Também andei a tentar perceber o que era esta reunião. Mas não consta do processo, não existe nenhuma referência", afirma.
Já Antonieta Castaño, técnica que presidia à comissão de avaliação, tem mais certezas: "Não esteve na reunião do ministério, nem se recorda se terá havido", segundo informação da assessoria de imprensa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo.
Se calhar foram os lojistas* para ganharem clientela
O socialista e ex-ministro da Saúde António Correia de Campos considerou hoje que o "caso Freeport" foi criado pela comunicação social, que assumiu o papel da oposição por esta ser "fraca".
"Quando a oposição é frágil - como é actualmente no nosso país - os media tendem a assumir o papel da oposição. É uma reacção natural, em todo o mundo e em todas as circunstâncias", disse Correia de Campos em entrevista à Agência Lusa.
Correia de Campos, que há um ano foi substituído pela pediatra Ana Jorge à frente da pasta da Saúde do actual Governo, considerou que este caso "terá certamente efeitos políticos".
O actual professor no Instituto Nacional de Administração (INA) defende que o "caso Freeport" tem uma origem "puramente artificial".
"Sabemos que [o caso] foi destilado gota a gota por alguma comunicação social, muito preocupada com as vendas e as audiências" e que as acusações foram rebatidas com declarações directas dos envolvidos, referiu também.
* do Freeport...
A Revelação*
“Eu trato o meu sobrinho por Zezito”
Foi uma emoção: "Zezito, é assim que eu trato o meu sobrinho José Sócrates." Esta foi a grande revelação de Júlio Monteiro na entrevista de ontem à TVI. O ‘Jornal Nacional’ começou com o engenheiro de Cascais sentado ao lado de Manuela Moura Guedes.
* não, não é o título do próximo filme do Manuel de Oliveira...