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Que o façam e depressa!

"Olli Rehn diz que não há alternativas caso Finlândia rejeite ajuda a Portugal" (publico.pt)

Nota: isto começa a criar uma certa irritabilidade. Os finlandeses que façam o que muito bem entenderem. Quanto a Portugal, deveria desde já equacionar a re-estruturação da dívida, estabelecer conversações com Espanha, os países lusófonos, Macau (China), e eventualmente com França, que é um país de idioma latino onde vivem milhões de portugueses. Depois, mais tarde, Portugal deve dizer aos finlandeses para meterem a Nokia no traseiro e impôr um bloqueio aos produtos finlandeses, juntamente com os espanhóis e todos os países lusófonos e "hispânicos", e convencer a China a produzir mais barato (mas com igual qualidade) tudo o que os finlandeses produzem (nessa altura a UE estará nas últimas e as suas ameaças por causa do proteccionismo soarão ridiculamente). É preciso lembrar a todos que os finlandeses votam na extrema direita e são contra os imigrantes (por consequência contra os "hispânicos", os lusófonos e os chineses, que são potênciais imigrantes), "esquecendo-se" que Portugal os apoiou quando estiveram para ser anexados pela Rússia (neste momento isso perdeu definitivamente relevância).

Seja assim, seja de outro modo, Portugal só se livrará de desaparecer se eliminar definitivamente a corrupção e as "negociatas de Estado", utilizando para isso "todos os meios necessários" (como diria Karl Popper). É a existência de Portugal como Estado democrático e soberano que está em causa.

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