Avançar para o conteúdo principal
CM: «Prejuízo de milhões nos negócios militares»

Empresas perdem 2,3 mil milhões em contrapartidas de submarinos e outras armas. tvi24.iol.pt

Nota: a única solução aceitável é extinguirem-se as FA's portuguesas, que não servem para nada, e integrarem-se, efectivos e equipamentos, nas unidades de combate e anti-terrorismo da PJ, GNR, PSP, SEF e Guarda Costeira. Devolvendo ou revendendo os submarinos, caças e outro material militar desnecessário, o Estado conseguirá (mais) uma ajuda para combater o deficit da balança comercial. Se os militares portugueses armassem "ondas" face a uma decisão destas, tomada por um governo democraticamente eleito, caberia aos países da UE intervirem com todos os meios necessários, coisa aliás prevista nos tratados europeus no caso de se verificar uma situação em que qualquer democracia europeia esteja ameaçada.

Nota 2: esta e outras "histórias" envolvendo negócios militares, faz-me lembrar o filme "Tráfico" (1998), de João Botelho, que foi projectado na Cinemateca Portuguesa quarta-feira passada.

Mensagens populares deste blogue

Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"