Produção nacional pode ajudar a reduzir importações
O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, João Machado, afirmou, quarta-feira, que o sector agrícola pode dar "um grande contributo ao país" substituindo as importações e considerou fundamental a manutenção dos fundos comunitários e do investimento nacional. jn.pt
Nota: obviamente! A UE cometeu erros elementares com Portugal, nomeadamente porque Portugal deveria ser a base de uma das maiores indústrias piscatórias da europa continental e a UE destruiu (pagou, subsidiou, isso) a frota pesqueira portuguesa, em favor dos espanhóis que agora detêm a maior frota piscatória de toda a Europa. O mundo, e a Europa não é excepção, voltar-se-á cada vez mais para a produção local, nomeadamente por uma questão ecológica.
Nota 2: li um artigo num jornal português no qual um "comentador", por acaso de apelido espanhol, apregoa a estafada e esgotada unidade ibérica. Isso não é meio absurdo neste momento? A Espanha que se desenvolveu erradamente na base do cimento e do turismo (como qualquer país do terceiro mundo) não tem "moral" para andar a sugerir parvoíces dessas. O lugar de Portugal é dentro da UE, eventualmente como Estado federal ou "para-federal", se a UE não acabar entretanto, e não na cansativa federação ibérica. A pensínsula ibérica foi a sede de todos os atrasos e de todos fanatismos. Foi o cú, pobre e atrasado da Europa, e continua a sê-lo em muitos aspectos. Unidade ibérica para quê? Para tudo o que é mau e corrosivo adquirir força ibérica?
Nota 3: já agora, que tal a unidade dos países de língua latina, com a França, que é uma potência desenvolvida de "primeiro-mundo" e um actor principal nos palcos mundiais, à cabeça? Não seria interessante e natural, até porque Espanha partilha os Pirinéus com a França (assim como os idiomas Basco e Catalão)? Ha! Pois... disto os espanhóis parece não gostarem muito...
Mas, na verdade, se a UE der para o torto, esta seria a melhor alternativa à implosão de uma UE cada vez mais dividida e cada vez com menos consistência: França, Espanha e Portugal como Estado federal (a Itália não está na continuidade territorial "natural", se assim me posso exprimir, além de que apresenta problemas específicos que não interessariam a uma federação de nações que almejaria a uma consistência máxima, respeitando as diferenças, depois da experiência falhada da consistência mínima, que é a UE).
Nota 4: já o estreitar dos laços entre duas regiões que no passado foram uma só, o Norte de Portugal e a Galiza, e deram origem ao idioma histórico mais antigo da Europa ocidental depois do Provençal (o Galaico-português), parece-me não só positivo como indispensável.
O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, João Machado, afirmou, quarta-feira, que o sector agrícola pode dar "um grande contributo ao país" substituindo as importações e considerou fundamental a manutenção dos fundos comunitários e do investimento nacional. jn.pt
Nota: obviamente! A UE cometeu erros elementares com Portugal, nomeadamente porque Portugal deveria ser a base de uma das maiores indústrias piscatórias da europa continental e a UE destruiu (pagou, subsidiou, isso) a frota pesqueira portuguesa, em favor dos espanhóis que agora detêm a maior frota piscatória de toda a Europa. O mundo, e a Europa não é excepção, voltar-se-á cada vez mais para a produção local, nomeadamente por uma questão ecológica.
Nota 2: li um artigo num jornal português no qual um "comentador", por acaso de apelido espanhol, apregoa a estafada e esgotada unidade ibérica. Isso não é meio absurdo neste momento? A Espanha que se desenvolveu erradamente na base do cimento e do turismo (como qualquer país do terceiro mundo) não tem "moral" para andar a sugerir parvoíces dessas. O lugar de Portugal é dentro da UE, eventualmente como Estado federal ou "para-federal", se a UE não acabar entretanto, e não na cansativa federação ibérica. A pensínsula ibérica foi a sede de todos os atrasos e de todos fanatismos. Foi o cú, pobre e atrasado da Europa, e continua a sê-lo em muitos aspectos. Unidade ibérica para quê? Para tudo o que é mau e corrosivo adquirir força ibérica?
Nota 3: já agora, que tal a unidade dos países de língua latina, com a França, que é uma potência desenvolvida de "primeiro-mundo" e um actor principal nos palcos mundiais, à cabeça? Não seria interessante e natural, até porque Espanha partilha os Pirinéus com a França (assim como os idiomas Basco e Catalão)? Ha! Pois... disto os espanhóis parece não gostarem muito...
Mas, na verdade, se a UE der para o torto, esta seria a melhor alternativa à implosão de uma UE cada vez mais dividida e cada vez com menos consistência: França, Espanha e Portugal como Estado federal (a Itália não está na continuidade territorial "natural", se assim me posso exprimir, além de que apresenta problemas específicos que não interessariam a uma federação de nações que almejaria a uma consistência máxima, respeitando as diferenças, depois da experiência falhada da consistência mínima, que é a UE).
Nota 4: já o estreitar dos laços entre duas regiões que no passado foram uma só, o Norte de Portugal e a Galiza, e deram origem ao idioma histórico mais antigo da Europa ocidental depois do Provençal (o Galaico-português), parece-me não só positivo como indispensável.