Providência cautelar para impedir ajuda a Portugal
O grupo alemão Europolis entregou hoje uma providência cautelar num tribunal constitucional para impedir a Alemanha de participar no apoio financeiro a Portugal.
Num comunicado publicado na sua página oficial, o Europolis explica que um grupo de cinquenta personalidades entregou ainda hoje a providência cautelar no sentido de impedir que a Alemanha participe na ajuda a Portugal, explicando que esta acção pretende evitar prejuízos para a maior economia europeia.
Markkus Kerber, o responsável do grupo, explica que sem esta acção "seria retirada soberania financeira à Alemanha" e afirma que o fundo de resgate europeu não conseguiu acalmar os mercados, como o governo alemão disse à justiça daquele país.
"Ao contrário das previsões do governo alemão de Maio de 2010, em que o tribunal federal alemão acreditou, os mercados não se acalmaram. Os juros continuaram a subir apesar da criação do mecanismo de estabilização financeira do euro. Em vez de combater a causa, o que se tem vindo a fazer é dar cada vez mais garantias a países com problemas financeiros", afirma o Markkus Kerber.
A missão técnica do Banco Central Europeu, do Fundo Monetário Internacional e da Comissão europeia iniciam hoje os contactos formais com as autoridades portuguesas para a preparação do memorando de entendimento que permitirá a Portugal receber apoio financeiro. LUSA/DN
Nota: os portugueses são como são... não mudam... nunca hão-de mudar... O presidente do ISEG - um desses "grandes" catedráticos portugueses que se reformam com 5 mil euros, ou mais, para além dos trabalhitos liberais que vão fazendo, como ir para a televisão convencer as pessoas de idiotices que têm uma validade liminarmente contextual, enquanto tiverem - um dia, afirmou na televisão, com uma certeza que só os camelos portugueses, e nem todos, conseguem ter: "quer apostar em como a Alemanha nunca nos deixará cair?"
Se fosse feito um referendo agora, em vez de ser tomada uma decisão política, a Alemanha deixaria cair Portugal, como o fariam a Finlândia, a Suécia e a Holanda. É bocado chato Portugal ir ser salvo contra as opiniões públicas dos países que o vão salvar, não é?
E se um dia ganhar um partido, na Alemanha, que se esteja nas tintas para o politicamente correcto, que ouça e respeite a opinião dos que o elegeram, e feche mesmo a torneira?
E quem tem a crença que a competitividade da Alemanha está dependente dos Ibéricos, que lhes compram os carros, deveria pôr os pés na terra e pensar que toda a vizinhança, que são muitos milhões mais que os Ibéricos, lhes compra os carros e que todo o mercado asiático, que vale não sei quantas vezes mais que o mercado europeu e está em rápida expansão, deseja (e muito) os carros alemães.
O grupo alemão Europolis entregou hoje uma providência cautelar num tribunal constitucional para impedir a Alemanha de participar no apoio financeiro a Portugal.
Num comunicado publicado na sua página oficial, o Europolis explica que um grupo de cinquenta personalidades entregou ainda hoje a providência cautelar no sentido de impedir que a Alemanha participe na ajuda a Portugal, explicando que esta acção pretende evitar prejuízos para a maior economia europeia.
Markkus Kerber, o responsável do grupo, explica que sem esta acção "seria retirada soberania financeira à Alemanha" e afirma que o fundo de resgate europeu não conseguiu acalmar os mercados, como o governo alemão disse à justiça daquele país.
"Ao contrário das previsões do governo alemão de Maio de 2010, em que o tribunal federal alemão acreditou, os mercados não se acalmaram. Os juros continuaram a subir apesar da criação do mecanismo de estabilização financeira do euro. Em vez de combater a causa, o que se tem vindo a fazer é dar cada vez mais garantias a países com problemas financeiros", afirma o Markkus Kerber.
A missão técnica do Banco Central Europeu, do Fundo Monetário Internacional e da Comissão europeia iniciam hoje os contactos formais com as autoridades portuguesas para a preparação do memorando de entendimento que permitirá a Portugal receber apoio financeiro. LUSA/DN
Nota: os portugueses são como são... não mudam... nunca hão-de mudar... O presidente do ISEG - um desses "grandes" catedráticos portugueses que se reformam com 5 mil euros, ou mais, para além dos trabalhitos liberais que vão fazendo, como ir para a televisão convencer as pessoas de idiotices que têm uma validade liminarmente contextual, enquanto tiverem - um dia, afirmou na televisão, com uma certeza que só os camelos portugueses, e nem todos, conseguem ter: "quer apostar em como a Alemanha nunca nos deixará cair?"
Se fosse feito um referendo agora, em vez de ser tomada uma decisão política, a Alemanha deixaria cair Portugal, como o fariam a Finlândia, a Suécia e a Holanda. É bocado chato Portugal ir ser salvo contra as opiniões públicas dos países que o vão salvar, não é?
E se um dia ganhar um partido, na Alemanha, que se esteja nas tintas para o politicamente correcto, que ouça e respeite a opinião dos que o elegeram, e feche mesmo a torneira?
E quem tem a crença que a competitividade da Alemanha está dependente dos Ibéricos, que lhes compram os carros, deveria pôr os pés na terra e pensar que toda a vizinhança, que são muitos milhões mais que os Ibéricos, lhes compra os carros e que todo o mercado asiático, que vale não sei quantas vezes mais que o mercado europeu e está em rápida expansão, deseja (e muito) os carros alemães.