A cadeia
O economista Nouriel Roubini disse hoje que Portugal poderá vir a reestruturar a dívida soberana e acrescentou que no caso da Grécia será uma questão de tempo.
«A questão na Grécia não é se vai haver uma reestruturação da dívida, mas quando é que vai acontecer», disse hoje, citado pela agência de informação financeira Bloomberg, o economista que ficou conhecido da opinião pública por ter previsto a crise financeira global.
...
Na Grécia, o governo liderado por Georges Papandreou vai anunciar hoje novas medidas de austeridade para cumprir as metas do défice de 7,4 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e três por cento em 2014.
Os juros exigidos pelos investidores para deter títulos de dívida soberana grega a cinco e dez anos estão hoje a bater novos máximos no mercado secundário, negociando nos 15,383 e 13,285 por cento, respectivamente.
Estes novos recordes fazem crescer o receio de que o país possa a vir a reestruturar a dívida.
O Comissário Europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, disse na quinta-feira que uma reestruturação da dívida da zona do euro poderia causar uma «reacção em cadeia» no sector bancário e descartou que tal vá suceder na Grécia.
Nouriel Roubini disse também que depois de a Grécia, Irlanda e Portugal terem recorrido à ajuda externa, a Espanha deve ser o país que se segue.
«Quando a Grécia colapsou, disseram que Portugal era diferente. Agora dizem que Espanha é diferente, eu não tenho a certeza que Espanha seja diferente», disse Roubini. sol.pt
Nota: não percebo como a Europa se dobra, e vai acabar por ajoelhar, perante três (3) agências.
O economista Nouriel Roubini disse hoje que Portugal poderá vir a reestruturar a dívida soberana e acrescentou que no caso da Grécia será uma questão de tempo.
«A questão na Grécia não é se vai haver uma reestruturação da dívida, mas quando é que vai acontecer», disse hoje, citado pela agência de informação financeira Bloomberg, o economista que ficou conhecido da opinião pública por ter previsto a crise financeira global.
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Na Grécia, o governo liderado por Georges Papandreou vai anunciar hoje novas medidas de austeridade para cumprir as metas do défice de 7,4 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e três por cento em 2014.
Os juros exigidos pelos investidores para deter títulos de dívida soberana grega a cinco e dez anos estão hoje a bater novos máximos no mercado secundário, negociando nos 15,383 e 13,285 por cento, respectivamente.
Estes novos recordes fazem crescer o receio de que o país possa a vir a reestruturar a dívida.
O Comissário Europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, disse na quinta-feira que uma reestruturação da dívida da zona do euro poderia causar uma «reacção em cadeia» no sector bancário e descartou que tal vá suceder na Grécia.
Nouriel Roubini disse também que depois de a Grécia, Irlanda e Portugal terem recorrido à ajuda externa, a Espanha deve ser o país que se segue.
«Quando a Grécia colapsou, disseram que Portugal era diferente. Agora dizem que Espanha é diferente, eu não tenho a certeza que Espanha seja diferente», disse Roubini. sol.pt
Nota: não percebo como a Europa se dobra, e vai acabar por ajoelhar, perante três (3) agências.