ClarinetFest 2011
Só desejo que a notícia que aparece na última página do JN de hoje seja verdade: segundo aquele diário a Sara Araújo, do Porto, ganhou uma das mais importantes competições de clarinete do mundo, a clarinetfest.
Estou à espera da confirmação da organização para depois mandar os parabéns à Sara, cujo mantra é o mesmo de todos os grandes intérpretes musicais: trabalho e disciplina.
Mesmo antes de receber a resposta da organização penso que podemos confirmar a notícia do JN.
A Sara, segundo o JN, diz que gostaria de sair de Portugal e ir estudar para outro país. O meu conselho é: não hesite, vá quanto antes, com ou sem bolsa, porque depois pode ser tarde de mais. Você ganhou um prémio importante mas todos os anos alguém ganha esse prémio, para já não falarmos nos outros concursos internacionais. É agora que você tem de avançar e tem de avançar para uma bolsa de estudo não portuguesa. Uma bolsa de estudo que não lhe crie quaisquer vínculos a Portugal. Não deixe que os portugueses lhe tolham os movimentos. Também lhe poderia recomendar uma instituição ligada a uma grande orquestra, pois são estas escolas que maior possibilidade lhe darão de começar a tocar com uma grande orquestra, como reforço (embora saibamos bem que reforços das madeiras não são necessários frequentemente como os das cordas). Poder-lhe-ia dizer que eu daria preferência às escolas alemãs (a staatsoper Berlin tem uma escola importantíssima, mas estamos já a ir ao top...). É provável que nos EUA, onde já ganhou essa competição, tenha mais chances do que na Alemanha. Tirando a Alemanha - onde terá de trabalhar ainda mais duro, porque lá não há "favas contadas" mesmo tendo na carteira esse prémio - evite a Europa. Mas se quiser a "grande música", a grande tradição, a grande história, nesse caso faça das tripas coração e vá para a Alemanha, sem se esquecer que todas as orquestras alemãs são grandes orquestras. Parece que a escola francesa de clarinete é boa mas eu não acredito nos franceses. Pelo menos nos franceses que continuam a viver em França. E ainda menos nas orquestras francesas. Pardon!
Nota: a directora artística do clarinetFest2012 não me sabe confirmar os vencedores da edição 2011 (e a "organização" até agora não me respondeu): "Hello, Once again, I do not have that information and you'll need to find your answer somewhere else, I'm afraid. Sorry! Thank you, Diane Barger"
Só desejo que a notícia que aparece na última página do JN de hoje seja verdade: segundo aquele diário a Sara Araújo, do Porto, ganhou uma das mais importantes competições de clarinete do mundo, a clarinetfest.
Estou à espera da confirmação da organização para depois mandar os parabéns à Sara, cujo mantra é o mesmo de todos os grandes intérpretes musicais: trabalho e disciplina.
Mesmo antes de receber a resposta da organização penso que podemos confirmar a notícia do JN.
A Sara, segundo o JN, diz que gostaria de sair de Portugal e ir estudar para outro país. O meu conselho é: não hesite, vá quanto antes, com ou sem bolsa, porque depois pode ser tarde de mais. Você ganhou um prémio importante mas todos os anos alguém ganha esse prémio, para já não falarmos nos outros concursos internacionais. É agora que você tem de avançar e tem de avançar para uma bolsa de estudo não portuguesa. Uma bolsa de estudo que não lhe crie quaisquer vínculos a Portugal. Não deixe que os portugueses lhe tolham os movimentos. Também lhe poderia recomendar uma instituição ligada a uma grande orquestra, pois são estas escolas que maior possibilidade lhe darão de começar a tocar com uma grande orquestra, como reforço (embora saibamos bem que reforços das madeiras não são necessários frequentemente como os das cordas). Poder-lhe-ia dizer que eu daria preferência às escolas alemãs (a staatsoper Berlin tem uma escola importantíssima, mas estamos já a ir ao top...). É provável que nos EUA, onde já ganhou essa competição, tenha mais chances do que na Alemanha. Tirando a Alemanha - onde terá de trabalhar ainda mais duro, porque lá não há "favas contadas" mesmo tendo na carteira esse prémio - evite a Europa. Mas se quiser a "grande música", a grande tradição, a grande história, nesse caso faça das tripas coração e vá para a Alemanha, sem se esquecer que todas as orquestras alemãs são grandes orquestras. Parece que a escola francesa de clarinete é boa mas eu não acredito nos franceses. Pelo menos nos franceses que continuam a viver em França. E ainda menos nas orquestras francesas. Pardon!
Nota: a directora artística do clarinetFest2012 não me sabe confirmar os vencedores da edição 2011 (e a "organização" até agora não me respondeu): "Hello, Once again, I do not have that information and you'll need to find your answer somewhere else, I'm afraid. Sorry! Thank you, Diane Barger"