Ainda sobraria espaço
Só a RTP e uma ou outra empresa de transporte público constituem um buraco onde se “encaixariam” todas as empresas municipais deste país e ainda sobraria espaço. LR - blasfemias.net
Nota: sem as empresas de transportes públicos as cidades parariam ou seria o caos total. Só é pena é que funcionem demasiado mal e que os administradores e alguns motoristas ganhem ordenados "dourados", os primeiros incomparavelmente mais que os segundos, que muito contribuem para o prejuízo dessas empresas.
Há outra possibilidade, interessante, diga-se. Quem já viajou no "terceiro-mundo" sabe que existe uma espécie de "liberalização" dos transportes: qualquer um que possa comprar uma viatura de passageiros pode, respeitando determinadas normas e pagando as respectivas taxas, exercer como "transportador". O resultado são transportes frequentes e rotas alargadas. Todos ganham: os utentes ficam com mais alternativas e transportes mais frequentes, os preços baixam porque o negócio é de encargos mínimos, o auto-emprego aumenta e até o Estado ganha (nas taxas e impostos, que têm de ser mínimos para não estrangular estes empresários-trabalhadores) sem ter investido um cêntimo e garantindo um serviço público eficaz.
Só a RTP e uma ou outra empresa de transporte público constituem um buraco onde se “encaixariam” todas as empresas municipais deste país e ainda sobraria espaço. LR - blasfemias.net
Nota: sem as empresas de transportes públicos as cidades parariam ou seria o caos total. Só é pena é que funcionem demasiado mal e que os administradores e alguns motoristas ganhem ordenados "dourados", os primeiros incomparavelmente mais que os segundos, que muito contribuem para o prejuízo dessas empresas.
Há outra possibilidade, interessante, diga-se. Quem já viajou no "terceiro-mundo" sabe que existe uma espécie de "liberalização" dos transportes: qualquer um que possa comprar uma viatura de passageiros pode, respeitando determinadas normas e pagando as respectivas taxas, exercer como "transportador". O resultado são transportes frequentes e rotas alargadas. Todos ganham: os utentes ficam com mais alternativas e transportes mais frequentes, os preços baixam porque o negócio é de encargos mínimos, o auto-emprego aumenta e até o Estado ganha (nas taxas e impostos, que têm de ser mínimos para não estrangular estes empresários-trabalhadores) sem ter investido um cêntimo e garantindo um serviço público eficaz.