FMI de má sina
Depois de Strauss-Khan, ao qual não é perdoável ter feito - consentidamente ou não - fosse e que fosse com o monstrengo da imagem em baixo, que o acusa de a ter violado (como se alguém conseguisse ter "força de vontade" para violar uma coisa daquelas), é a vez da recém empossada Christine Lagarde ir assentar o "rabinho" na justiça. Pode "ir dentro" por crimes com prisão até dez anos. E como não possui imunidade diplomática venha de lá a/o próxima/o.
Investigação a Lagarde encontra indícios de ilegalidades
Segundo o documento, que analisa o ‘Caso Tapie', no qual Christine Lagarde é suspeita de ter favorecido o empresário Bernard Tapie, financiador das campanhas eleitorais do presidente Sarkozy, de modo a que este recebesse uma indemnização de 285 milhões de euros por parte do Estado.
Apenas duas semanas depois do início da investigação formal ao caso, de modo a apurar se existem motivos para considerar se a ex-ministra agiu procedeu ou não ao crime de desvio de fundos, o tribunal nota que o pagamento de "elevadas somas de dinheiro a cargo dos cofres públicos comporta numerosas anomalias", sendo que a legalidade do processo é "incerta".
O tribunal diz ainda que Lagarde pode ter mesmo participado "pessoalmente" nos acontecimentos, "tendo dado instruções de voto aos representantes do Estado dentro do conselho de administração" da instituição pública que estava encarregue de administrar a ajuda financeira do Estado ao Crédit Lyonnais, banco que era processado por Bernard Tapie. economico.sapo.pt (18 agosto)
Depois de Strauss-Khan, ao qual não é perdoável ter feito - consentidamente ou não - fosse e que fosse com o monstrengo da imagem em baixo, que o acusa de a ter violado (como se alguém conseguisse ter "força de vontade" para violar uma coisa daquelas), é a vez da recém empossada Christine Lagarde ir assentar o "rabinho" na justiça. Pode "ir dentro" por crimes com prisão até dez anos. E como não possui imunidade diplomática venha de lá a/o próxima/o.
Investigação a Lagarde encontra indícios de ilegalidades
Segundo o documento, que analisa o ‘Caso Tapie', no qual Christine Lagarde é suspeita de ter favorecido o empresário Bernard Tapie, financiador das campanhas eleitorais do presidente Sarkozy, de modo a que este recebesse uma indemnização de 285 milhões de euros por parte do Estado.
Apenas duas semanas depois do início da investigação formal ao caso, de modo a apurar se existem motivos para considerar se a ex-ministra agiu procedeu ou não ao crime de desvio de fundos, o tribunal nota que o pagamento de "elevadas somas de dinheiro a cargo dos cofres públicos comporta numerosas anomalias", sendo que a legalidade do processo é "incerta".
O tribunal diz ainda que Lagarde pode ter mesmo participado "pessoalmente" nos acontecimentos, "tendo dado instruções de voto aos representantes do Estado dentro do conselho de administração" da instituição pública que estava encarregue de administrar a ajuda financeira do Estado ao Crédit Lyonnais, banco que era processado por Bernard Tapie. economico.sapo.pt (18 agosto)