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Ladrão que rouba ladrão...

A execução de um idoso português em França, pelas "forças da ordem", demonstra que de França nem bom vento nem bom casamento. É certo que a França é uma das "forças" da UE, mas também é certo que o papel da França resume-se grosso modo a tentar influenciar a Alemanha nas decisões de fundo. De resto a França (onde o rendimento médio por lar é de 4500 euros) vive acima das suas possibilidades e o futuro o demonstrará.

Não sei exactamente em que contexto ocorreu a morte mas não consta que o idoso fosse um criminoso com cadastro e o crime de roubar um casino e fugir à polícia não é justificação para uma execução sumária. O governo devia chamar o embaixador francês e solicitar esclarecimentos, independentemente do inquérito interno que parece já ter sido aberto em França.

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt