"Alguma coluna vertebral"
O gestor da Pimco diz que a Standard & Poor’s mostrou "alguma" coerência ao reduzir a classificação da qualidade crédito dos EUA de "AAA" para "AA+" e ao manter a perspectiva “negativa”.
"Creio que a Standard & Poor’s demonstrou ter alguma coluna vertebral; eles finalmente acertaram", disse o gestor do fundo Pimco Total Return em entrevista dada à Bloomberg. Os Estados Unidos têm "enormes problemas", disse o gestor referindo-se à dívida pública do país.
A agência de "rating" procedeu à diminuição da sua notação de crédito para os EUA, referindo que está menos confiante de que o Congresso norte-americano irá eliminar as reduções fiscais introduzidas pela administração de George W. Bush e reduzir a despesa.
A declaração de Bill Gross contraria o que tem sido dito por outros gestores de fundos incluindo Warren Buffett, que disse que os Estados Unidos mereciam um "rating" "AAAA", ou seja, uma classificação que ultrapassa a escala máxima que é atribuída à dívida, e que a maior economia do mundo não irá entrar em recessão. jornaldenegocios.pt
O gestor da Pimco diz que a Standard & Poor’s mostrou "alguma" coerência ao reduzir a classificação da qualidade crédito dos EUA de "AAA" para "AA+" e ao manter a perspectiva “negativa”.
"Creio que a Standard & Poor’s demonstrou ter alguma coluna vertebral; eles finalmente acertaram", disse o gestor do fundo Pimco Total Return em entrevista dada à Bloomberg. Os Estados Unidos têm "enormes problemas", disse o gestor referindo-se à dívida pública do país.
A agência de "rating" procedeu à diminuição da sua notação de crédito para os EUA, referindo que está menos confiante de que o Congresso norte-americano irá eliminar as reduções fiscais introduzidas pela administração de George W. Bush e reduzir a despesa.
A declaração de Bill Gross contraria o que tem sido dito por outros gestores de fundos incluindo Warren Buffett, que disse que os Estados Unidos mereciam um "rating" "AAAA", ou seja, uma classificação que ultrapassa a escala máxima que é atribuída à dívida, e que a maior economia do mundo não irá entrar em recessão. jornaldenegocios.pt