A “rapariga feliz” é um americano de 40 anos
A misteriosa identidade da suposta blogger síria que captou os encantos dos media pelo mundo inteiro com o seu “A Gay Girl in Damascus”, e que fora dada como raptada na semana passada, foi revelada. Trata-se afinal de um norte-americano de 40 anos, que vive na Escócia.
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Os relatos de "Amina" no blogue conquistaram corações pelo mundo inteiro, descrevendo aquilo que então dizia ser a experiência "feliz" a que assistia no seu país, onde o Presidente, Bashar al-Assad, enfrenta um movimento de contestação há já quase quatro meses. "Que altura fantástica para estar na Síria! Que tempo maravilhoso para ser árabe! Que momento extraordinário para estar viva! Quero ir para a rua dançar...", era dito num post datado de 24 de Março. Agora sabe-se que "Amina" não existe e que quem escrevia tais palavras de felicidade era o norte-americano Tom MacMaster.
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De dentro da comunidade homossexual síria vêm mesmo críticas de que MacMaster não apenas pôs a segurança destas pessoas em risco, como prejudicou profundamente a sua causa. publico.pt
A misteriosa identidade da suposta blogger síria que captou os encantos dos media pelo mundo inteiro com o seu “A Gay Girl in Damascus”, e que fora dada como raptada na semana passada, foi revelada. Trata-se afinal de um norte-americano de 40 anos, que vive na Escócia.
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Os relatos de "Amina" no blogue conquistaram corações pelo mundo inteiro, descrevendo aquilo que então dizia ser a experiência "feliz" a que assistia no seu país, onde o Presidente, Bashar al-Assad, enfrenta um movimento de contestação há já quase quatro meses. "Que altura fantástica para estar na Síria! Que tempo maravilhoso para ser árabe! Que momento extraordinário para estar viva! Quero ir para a rua dançar...", era dito num post datado de 24 de Março. Agora sabe-se que "Amina" não existe e que quem escrevia tais palavras de felicidade era o norte-americano Tom MacMaster.
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De dentro da comunidade homossexual síria vêm mesmo críticas de que MacMaster não apenas pôs a segurança destas pessoas em risco, como prejudicou profundamente a sua causa. publico.pt