Agente da PSP assume crimes de abuso sexual
O homem, de 48 anos, e que continua a exercer funções na Polícia, em serviços internos, é também acusado de um crime de peculato de uso.
De acordo com o despacho da acusação, entre 15 de Setembro de 2006 e Agosto de 2007, o homem, que era à data agente principal da PSP no comando distrital de Setúbal, terá abusado da filha da mulher com quem vivia, e que tinha na altura sete anos.
Esta manhã, perante o colectivo de juízes, o agente assumiu que "por uma vez", numa ocasião em que levou a menina a um armazém que serve de depósito da PSP no Bairro da Bela Vista, em Setúbal, onde ia cumprir uma tarefa que lhe tinha sido delegada, abusou dela.
Assumiu ainda que o episódio se repetiu "um outro dia" na cozinha da casa onde viviam, mas garantiu que foi a menina que tomou a iniciativa. O homem afirmou que a menor falava "recorrentemente de sexo", que "era muito astuta nesse aspecto" e "costumava tentar tocar-lhe".
O homem afirmou ainda que gostava da menor "como de uma filha" e disse que "os dois episódios foram momentos de descontrolo e de fraqueza".
A menor, hoje com 12 anos, não foi ouvida em julgamento. A mãe, que é testemunha no processo, e que desencadeou a acusação com uma denúncia apresentada na Polícia Judiciária no dia 2 de Novembro de 2007, negou as afirmações do arguido a respeito da vítima.
A mulher contou ao colectivo de juízes que começou a desconfiar da situação quando ouviu a menor ameaçar o padrasto de que contaria à mãe o que se passava. A mãe da vítima afirmou ainda que a menina não terá falado mais cedo porque "era chantageada pelo padrasto".
A vida da menor, acrescentou, "passou a ser cheia de medos": "A minha filha tem muitos pesadelos. Ela tinha medo que ele fosse à escola, que ele nos fizesse mal por causa da denúncia. As notas dela são más e o seu comportamento é depressivo". jn.pt
Nota: os pedófilos como este sujeito não têm "cura" e constituem um perigo permanente para a sociedade.
O homem, de 48 anos, e que continua a exercer funções na Polícia, em serviços internos, é também acusado de um crime de peculato de uso.
De acordo com o despacho da acusação, entre 15 de Setembro de 2006 e Agosto de 2007, o homem, que era à data agente principal da PSP no comando distrital de Setúbal, terá abusado da filha da mulher com quem vivia, e que tinha na altura sete anos.
Esta manhã, perante o colectivo de juízes, o agente assumiu que "por uma vez", numa ocasião em que levou a menina a um armazém que serve de depósito da PSP no Bairro da Bela Vista, em Setúbal, onde ia cumprir uma tarefa que lhe tinha sido delegada, abusou dela.
Assumiu ainda que o episódio se repetiu "um outro dia" na cozinha da casa onde viviam, mas garantiu que foi a menina que tomou a iniciativa. O homem afirmou que a menor falava "recorrentemente de sexo", que "era muito astuta nesse aspecto" e "costumava tentar tocar-lhe".
O homem afirmou ainda que gostava da menor "como de uma filha" e disse que "os dois episódios foram momentos de descontrolo e de fraqueza".
A menor, hoje com 12 anos, não foi ouvida em julgamento. A mãe, que é testemunha no processo, e que desencadeou a acusação com uma denúncia apresentada na Polícia Judiciária no dia 2 de Novembro de 2007, negou as afirmações do arguido a respeito da vítima.
A mulher contou ao colectivo de juízes que começou a desconfiar da situação quando ouviu a menor ameaçar o padrasto de que contaria à mãe o que se passava. A mãe da vítima afirmou ainda que a menina não terá falado mais cedo porque "era chantageada pelo padrasto".
A vida da menor, acrescentou, "passou a ser cheia de medos": "A minha filha tem muitos pesadelos. Ela tinha medo que ele fosse à escola, que ele nos fizesse mal por causa da denúncia. As notas dela são más e o seu comportamento é depressivo". jn.pt
Nota: os pedófilos como este sujeito não têm "cura" e constituem um perigo permanente para a sociedade.