No reino do camarada Chaves
Uma organização não-governamental da Venezuela denunciou, na quarta-feira, na Assembleia Nacional 178 casos de alegadas execuções extrajudiciais no estado de Barinas, a sudoeste de Caracas, e de raptos de jovens que acabaram vendidos à guerrilha colombiana.
A denúncia foi feita pelo Comité Paz e Vida pelos Direitos Humanos à Comissão de Política Interior do parlamento venezuelano e as execuções, segundo Óscar Pineda, porta-voz da ONG, ocorreram entre 2009 e 2010 estando "implicados corpos para-policiais, empregados de câmaras municipais e membros de um sindicato da construção" civil.
"Só este ano desapareceram 16 pessoas e todas foram assassinadas, incluindo crianças de 14 anos", adiantou Oscar Pineda.
A ONG denunciou também que grupos irregulares "vendem os jovens à guerrilha (colombiana) para serem integrados em grupos armados".
A ONG, que pela segunda vez protestou junto do Ministério Público, em Caracas, queixa-se de que a procuradora-geral, Luísa Ortega Díaz, não recebe os seus representantes para fazer-lhe chegar as denúncias. jn.pt
Uma organização não-governamental da Venezuela denunciou, na quarta-feira, na Assembleia Nacional 178 casos de alegadas execuções extrajudiciais no estado de Barinas, a sudoeste de Caracas, e de raptos de jovens que acabaram vendidos à guerrilha colombiana.
A denúncia foi feita pelo Comité Paz e Vida pelos Direitos Humanos à Comissão de Política Interior do parlamento venezuelano e as execuções, segundo Óscar Pineda, porta-voz da ONG, ocorreram entre 2009 e 2010 estando "implicados corpos para-policiais, empregados de câmaras municipais e membros de um sindicato da construção" civil.
"Só este ano desapareceram 16 pessoas e todas foram assassinadas, incluindo crianças de 14 anos", adiantou Oscar Pineda.
A ONG denunciou também que grupos irregulares "vendem os jovens à guerrilha (colombiana) para serem integrados em grupos armados".
A ONG, que pela segunda vez protestou junto do Ministério Público, em Caracas, queixa-se de que a procuradora-geral, Luísa Ortega Díaz, não recebe os seus representantes para fazer-lhe chegar as denúncias. jn.pt