PJ detém oito examinadores e instrutores de condução
A Polícia Judiciária deteve esta quarta-feira seis homens e duas mulheres examinadores e instrutores de condução indiciados de receber dinheiro para passar alunos de condução e possibilitar-lhes a obtenção da carta.
Com idades entre 42 e 66 anos, alguns dos detidos têm "antecedentes criminais" e estão "fortemente indiciados pela prática de crimes de corrupção para acto ilícito", refere um comunicado da PJ.
Ao longo da investigação, que começou em 2010, foram detectados "dezenas de condutores a quem foram apreendidas as cartas de condução". jn.pt (2011-05-18)
Nota: esta gentalha das escolas de condução são do pior lixo que existe em Portugal. Devem ser acusados, julgados e condenados também por associação criminosa, porque os crimes que eles praticam implicam uma associação de tipo mafioso. Eu mesmo fiz uma queixa (*) na PJ de Lisboa, anos depois de ter conseguido a carta de condução (apesar do instrutor - um criminoso da ilha da Madeira que vivia em Lisboa, aparentemente protegido pelos donos da escola de condução onde a mulher dele era também instrutora, em Lisboa - que tentou que eu chumbasse porque recusei pagar qualquer tipo de "extra" **). Imediatamente depois do exame corria grandes riscos porque eles tinham todos os meus dados e sabiam onde me encontrar, por isso apresentei a queixa quando vivia em outro lugar. Tratam-se de grandes escroques, corruptos e bandidos, que apresentam elevada perigosidade para a sociedade e utilizam todos os meios, desde o falso testemunho e a porca mentira (fizeram-o comigo quando exigi mudar de instrutor: os escroques mafiosos fizeram-me a vida de tal maneira negra que nem cheguei a ter todas as aulas que tinha pago e apresentei-me no exame desacompanhado!), até à ameaça com armas de fogo.
(*) foi uma conversa informal com um inspector-coordenador da PJ, onde lhe contei o que se tinha passado, porque o prazo para apresentar uma queixa-crime tinha passado. Os prazos para apresentar queixas para abertura de processos criminais deveriam ser muito mais alargados, a contar com estes casos de intimidação. Que em Portugal não devem ser raros...
Mas não se pense que eu somente falei sobre o assunto anos depois, na PJ. Imediatamente a seguir ao exame fui ao local onde se encontravam outros examinadores (a examinadora que me fez o exame, a mim e ao aluno que o criminoso madeirense trouxe com ele no carro da escola, tinha-se ido embora depois do exame) e disse claramente que o instrutor José Delcado (nome fictício) da escola de condução Oderna (nome fictício), que acabava de abandonar o local num carro da escola Oderna (nome fictício), acompanhado pelo aluno que ele quiz que fizesse o exame em primeiro lugar (o bandido madeirense tinha insistido com a instrutora para aquele aluno ser o primeiro a fazer o exame: daí a reacção da instrutora), tinha tentado apontar-me uma arma de fogo de dentro do carro da escola Oderna (nome fictício), onde se encontrava na companhia do referido aluno, que foi quem segurou a arma que estava embrulhada num pano (afinal tratava-se de um alegado cadastrado - durante uma aula, em tom de ameaça, ele tinha-me dito que tinha estado 3 anos preso - que pensa que sabe usar uma arma sem deixar marcas), impedindo-o de elevar a arma na minha direcção. Os examinadores presentes (imagino que fossem examinadores, mas se não eram, eram seguramente gente que trabalha para o Estado), 2 ou 3, encolheram os ombros e um deles disse: "se calhar ele queria dinheiro..." e outro acrescentou: "mas afinal você passou no exame"... Face a isto percebi viver num país nojento, onde os bandidos se sentem impunes porque têm de facto impunidade.
** foi a examinadora, uma mulher, que meteu o escroque madeirense na ordem e lhe disse que ali ele nem era nada nem mandava nada. Imagino que depois disto os bandidos devem ter tentado aliciá-la para entrar no esquema mafioso e deixar de lhes causar entraves... Trata-se de uma bandidagem altamente coordenada e organizada.
Nota 2: se não houver um governo que mude rapidamente as leis e trate os bandidos como bandidos, Portugal, com baixa natalidade, improdutivo, estupidificado e inculto, arrisca-se a cair no caos: um caos pobre, deprimente e destruidor.
Por isso defendo, para além da mudança das leis, a junção das FA's com as várias forças policiais, porque os perigos não vêm de fora: todos os perigos e os piores bandidos já estão cá dentro.
A Polícia Judiciária deteve esta quarta-feira seis homens e duas mulheres examinadores e instrutores de condução indiciados de receber dinheiro para passar alunos de condução e possibilitar-lhes a obtenção da carta.
Com idades entre 42 e 66 anos, alguns dos detidos têm "antecedentes criminais" e estão "fortemente indiciados pela prática de crimes de corrupção para acto ilícito", refere um comunicado da PJ.
Ao longo da investigação, que começou em 2010, foram detectados "dezenas de condutores a quem foram apreendidas as cartas de condução". jn.pt (2011-05-18)
Nota: esta gentalha das escolas de condução são do pior lixo que existe em Portugal. Devem ser acusados, julgados e condenados também por associação criminosa, porque os crimes que eles praticam implicam uma associação de tipo mafioso. Eu mesmo fiz uma queixa (*) na PJ de Lisboa, anos depois de ter conseguido a carta de condução (apesar do instrutor - um criminoso da ilha da Madeira que vivia em Lisboa, aparentemente protegido pelos donos da escola de condução onde a mulher dele era também instrutora, em Lisboa - que tentou que eu chumbasse porque recusei pagar qualquer tipo de "extra" **). Imediatamente depois do exame corria grandes riscos porque eles tinham todos os meus dados e sabiam onde me encontrar, por isso apresentei a queixa quando vivia em outro lugar. Tratam-se de grandes escroques, corruptos e bandidos, que apresentam elevada perigosidade para a sociedade e utilizam todos os meios, desde o falso testemunho e a porca mentira (fizeram-o comigo quando exigi mudar de instrutor: os escroques mafiosos fizeram-me a vida de tal maneira negra que nem cheguei a ter todas as aulas que tinha pago e apresentei-me no exame desacompanhado!), até à ameaça com armas de fogo.
(*) foi uma conversa informal com um inspector-coordenador da PJ, onde lhe contei o que se tinha passado, porque o prazo para apresentar uma queixa-crime tinha passado. Os prazos para apresentar queixas para abertura de processos criminais deveriam ser muito mais alargados, a contar com estes casos de intimidação. Que em Portugal não devem ser raros...
Mas não se pense que eu somente falei sobre o assunto anos depois, na PJ. Imediatamente a seguir ao exame fui ao local onde se encontravam outros examinadores (a examinadora que me fez o exame, a mim e ao aluno que o criminoso madeirense trouxe com ele no carro da escola, tinha-se ido embora depois do exame) e disse claramente que o instrutor José Delcado (nome fictício) da escola de condução Oderna (nome fictício), que acabava de abandonar o local num carro da escola Oderna (nome fictício), acompanhado pelo aluno que ele quiz que fizesse o exame em primeiro lugar (o bandido madeirense tinha insistido com a instrutora para aquele aluno ser o primeiro a fazer o exame: daí a reacção da instrutora), tinha tentado apontar-me uma arma de fogo de dentro do carro da escola Oderna (nome fictício), onde se encontrava na companhia do referido aluno, que foi quem segurou a arma que estava embrulhada num pano (afinal tratava-se de um alegado cadastrado - durante uma aula, em tom de ameaça, ele tinha-me dito que tinha estado 3 anos preso - que pensa que sabe usar uma arma sem deixar marcas), impedindo-o de elevar a arma na minha direcção. Os examinadores presentes (imagino que fossem examinadores, mas se não eram, eram seguramente gente que trabalha para o Estado), 2 ou 3, encolheram os ombros e um deles disse: "se calhar ele queria dinheiro..." e outro acrescentou: "mas afinal você passou no exame"... Face a isto percebi viver num país nojento, onde os bandidos se sentem impunes porque têm de facto impunidade.
** foi a examinadora, uma mulher, que meteu o escroque madeirense na ordem e lhe disse que ali ele nem era nada nem mandava nada. Imagino que depois disto os bandidos devem ter tentado aliciá-la para entrar no esquema mafioso e deixar de lhes causar entraves... Trata-se de uma bandidagem altamente coordenada e organizada.
Nota 2: se não houver um governo que mude rapidamente as leis e trate os bandidos como bandidos, Portugal, com baixa natalidade, improdutivo, estupidificado e inculto, arrisca-se a cair no caos: um caos pobre, deprimente e destruidor.
Por isso defendo, para além da mudança das leis, a junção das FA's com as várias forças policiais, porque os perigos não vêm de fora: todos os perigos e os piores bandidos já estão cá dentro.