Jerónimo admite ajuda dos Estados Unidos
Jerónimo de Sousa está na estrada lutando pelas suas ideias e do PCP, claro. Não aceita que as soluções da troika sejam a única saída e aponta a convergência dos países em dificuldades como um caminho e o financiamento de Portugal junto do Brasil e dos EUA como uma alternativa.
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Partindo de uma análise dos nossos défices estruturais, da nossa dívida externa, do nosso défice agro-alimentar, dos transportes, energético, do estado do nosso aparelho produtivo, procuraríamos concretizar em tempo útil, este objectivo de renegociação da dívida. Evitando que num futuro que não será com certeza, infelizmente, muito longínquo. Portugal vai ficar encostado à parede, porque não pode pagar esses compromissos. A renegociação seria feita, obviamente com dificuldades, mas garantindo que não batêssemos no fundo. Que é o que nos vai acontecer quando reestruturarmos a dívida em condições miseráveis e dramáticas.
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Portugal não está sozinho nesta crise. Há países com uma dívida externa crescente, como a Grécia, a Irlanda, casos que já conhecemos. Mas aproximam-se tempestades em Espanha, Bélgica, Itália. Países que vão ser confrontado com esta situação. Convergência deste países, portanto, com voz, com poder negocial no quadro da UE. A diversificação das nossas fontes de financiamento seria outra medida.
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Nós devíamos ter um mínimo de brio patriótico para levantar esta contradição insanável. A União Europeia foi fundada com base em princípios. Um deles era o da coesão económica e social. Hoje, a realidade mostra que os países mais poderosos - Alemanha e França - tratam dos seus interesses próprios. Resolvem os problemas dos seus bancos, pondo de lado esse princípio.
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Basta olharmos para este facto incontornável. O FMI vai levar uma maquia grossa do empréstimo. Mas o que surpreende é a União Europeia ter imposto taxas de juro mais altas! publico.pt
Nota: não sei se os EUA querem e podem ajudar Portugal neste momento... Quanto ao Brasil, segundo a sua Constituição não pode comprar dívida de países que não possuam triplo A.
Jerónimo de Sousa está na estrada lutando pelas suas ideias e do PCP, claro. Não aceita que as soluções da troika sejam a única saída e aponta a convergência dos países em dificuldades como um caminho e o financiamento de Portugal junto do Brasil e dos EUA como uma alternativa.
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Partindo de uma análise dos nossos défices estruturais, da nossa dívida externa, do nosso défice agro-alimentar, dos transportes, energético, do estado do nosso aparelho produtivo, procuraríamos concretizar em tempo útil, este objectivo de renegociação da dívida. Evitando que num futuro que não será com certeza, infelizmente, muito longínquo. Portugal vai ficar encostado à parede, porque não pode pagar esses compromissos. A renegociação seria feita, obviamente com dificuldades, mas garantindo que não batêssemos no fundo. Que é o que nos vai acontecer quando reestruturarmos a dívida em condições miseráveis e dramáticas.
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Portugal não está sozinho nesta crise. Há países com uma dívida externa crescente, como a Grécia, a Irlanda, casos que já conhecemos. Mas aproximam-se tempestades em Espanha, Bélgica, Itália. Países que vão ser confrontado com esta situação. Convergência deste países, portanto, com voz, com poder negocial no quadro da UE. A diversificação das nossas fontes de financiamento seria outra medida.
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Nós devíamos ter um mínimo de brio patriótico para levantar esta contradição insanável. A União Europeia foi fundada com base em princípios. Um deles era o da coesão económica e social. Hoje, a realidade mostra que os países mais poderosos - Alemanha e França - tratam dos seus interesses próprios. Resolvem os problemas dos seus bancos, pondo de lado esse princípio.
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Basta olharmos para este facto incontornável. O FMI vai levar uma maquia grossa do empréstimo. Mas o que surpreende é a União Europeia ter imposto taxas de juro mais altas! publico.pt
Nota: não sei se os EUA querem e podem ajudar Portugal neste momento... Quanto ao Brasil, segundo a sua Constituição não pode comprar dívida de países que não possuam triplo A.