"145 ideias fortes" e várias certezas
Segundo Paulo Portas, o CDS-PP apresenta-se às eleições de 5 de Junho com "145 ideias fortes" e com várias certezas. "Um Governo do CDS travará a espiral das Parcerias Público Privadas e é claro que começaremos pelo TGV", disse, numa apresentação na sede nacional do partido, antes de rumar em pré-campanha para os Açores.
Nesse esforço "muito significativo" de redução da despesa pública, "para evitar pedir esse esforço à classe média", Portas compromete-se com a agregação de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia e aponta outra prioridade: maior equidade e celeridade na cobrança de impostos.
Portas defende um "aumento significativo das penas pelos crimes graves de evasão e fraude fiscal" e quer quadruplicar, para 150, os meios da Direcção de Serviços de Investigação da Fraude e de Acções Especiais, criando equipas de resposta rápida ao problema das dívidas e das prescrições fiscais. Nos tribunais tributários portugueses estão parados 14 mil milhões de euros de dívidas fiscais e todos os anos prescrevem 1200 milhões de euros de impostos não cobrados, disse. jn.pt
Segundo Paulo Portas, o CDS-PP apresenta-se às eleições de 5 de Junho com "145 ideias fortes" e com várias certezas. "Um Governo do CDS travará a espiral das Parcerias Público Privadas e é claro que começaremos pelo TGV", disse, numa apresentação na sede nacional do partido, antes de rumar em pré-campanha para os Açores.
Nesse esforço "muito significativo" de redução da despesa pública, "para evitar pedir esse esforço à classe média", Portas compromete-se com a agregação de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia e aponta outra prioridade: maior equidade e celeridade na cobrança de impostos.
Portas defende um "aumento significativo das penas pelos crimes graves de evasão e fraude fiscal" e quer quadruplicar, para 150, os meios da Direcção de Serviços de Investigação da Fraude e de Acções Especiais, criando equipas de resposta rápida ao problema das dívidas e das prescrições fiscais. Nos tribunais tributários portugueses estão parados 14 mil milhões de euros de dívidas fiscais e todos os anos prescrevem 1200 milhões de euros de impostos não cobrados, disse. jn.pt