Foi simpático dois secretários de Estado deslocarem-se às escolas onde dois professores do ensino básico (uma professora e um professor) foram barbaramente espancados e colocar à sua disposição apoio jurídico. Uma diferença notória em relação aos tempos da senhora que ainda se encontra à frente da FLAD e inspirou o livro de Miguel Real intitulado "A Ministra". Cabe agora à Justiça agora desempenhar o papel que lhe compete...
Nota 1: como foi possível chegar-se aqui, seria a questão "normal", mas a verdadeira questão é como vai ser o futuro do país, com um sistema de ensino que possibilitou este género de situações. Todo o ambiente de tolerância do "chico-esperto" nas escolas básicas criou gerações de corruptos e violentos. Muitos alcançaram, por conta do seu chico-espertismo, cargos, poder e, graças ao poder e/ou aos "contactos", riqueza, muita riqueza. O resultado está bem à vista.
Nota 2: Evidentemente que há um nexo entre a violência e a corrupção na sociedade e a forma como as pessoas constatam a total falta de Ética e absoluta impunidade das classes dirigentes que têm espoliado o país como se de uma quinta privada se tratasse.
Mas, não há que enganar, os principais responsáveis pela violência nas escolas, e pela degradação moral de gerações de portugueses, foram os "grandes pedagogos" e os "cientistas da educação". O CM de 30 de Outobro noticía mais um caso de encobrimento da violência por parte da direcção de uma escola. Esta atitude - que é a regra nas escolas portuguesas salvo raras e honrosas excepções - deveria ser punida por lei como cumplicidade com os actos de violência e agressão. Para além do inaceitável encobrimento da violência dentro das escolas, esta política é responsável pela criação de hordas de corruptos e malfeitores, que a escola deveria ter educado no estrito respeito pelo "outro", enquanto ser físico e psicológico.
Nota 1: como foi possível chegar-se aqui, seria a questão "normal", mas a verdadeira questão é como vai ser o futuro do país, com um sistema de ensino que possibilitou este género de situações. Todo o ambiente de tolerância do "chico-esperto" nas escolas básicas criou gerações de corruptos e violentos. Muitos alcançaram, por conta do seu chico-espertismo, cargos, poder e, graças ao poder e/ou aos "contactos", riqueza, muita riqueza. O resultado está bem à vista.
Nota 2: Evidentemente que há um nexo entre a violência e a corrupção na sociedade e a forma como as pessoas constatam a total falta de Ética e absoluta impunidade das classes dirigentes que têm espoliado o país como se de uma quinta privada se tratasse.
Mas, não há que enganar, os principais responsáveis pela violência nas escolas, e pela degradação moral de gerações de portugueses, foram os "grandes pedagogos" e os "cientistas da educação". O CM de 30 de Outobro noticía mais um caso de encobrimento da violência por parte da direcção de uma escola. Esta atitude - que é a regra nas escolas portuguesas salvo raras e honrosas excepções - deveria ser punida por lei como cumplicidade com os actos de violência e agressão. Para além do inaceitável encobrimento da violência dentro das escolas, esta política é responsável pela criação de hordas de corruptos e malfeitores, que a escola deveria ter educado no estrito respeito pelo "outro", enquanto ser físico e psicológico.