Projectado na Festa do Cinema Francês este filme de Gilles Paquet-Brenner (2010) é mais uma obra contra o esquecimento.
É preciso não esquecer que os franceses em 16 e 17 de Julho de 1942, prenderam mais de 12.000 judeus, amontoando-os em condições desumanas, que depois despacharam para a Alemanha e Polónia.
Face à indignação de uma americana (isso passou-se no centro de Paris e ninguém fez nada?!), a protagonista, Kristin Scott Thomas a interpretar Julia Jarmond, pergunta-lhe o que faria ela se estivesse naquele tempo naquele local. Uma boa questão...
As atrocidades cometidas no Holocaustro ultrapassaram toda a imaginação e remetem-nos directamente para a "Humanidade do Homem", problematizada por Heidegger, que apoiou os nazis e posteriormente, depois da guerra, afirmou ter sido "neutral"... Um tranquilo observador do desvelamento do Ser na história...
Tudo isto é interessante mas o importante é que a Arte e o cinema impeçam o esquecimento. A falar em Arte quero lembrar Gerhard Richter que nos seus quadros, agora expostos numa exibição maior na Tate Modern, em Londres, não deixa esquecer a guerra (WWII) e não deixa esquecer os "suicídios" dos elementos do Baader Meinhof nas prisões alemãs. Aqueles activistas (ou terroristas, se isso traz paz às vossas mentes) proclamavam que haviam nazis que continuavam a ocupar lugares no Estado alemão.
É preciso não esquecer que os franceses em 16 e 17 de Julho de 1942, prenderam mais de 12.000 judeus, amontoando-os em condições desumanas, que depois despacharam para a Alemanha e Polónia.
Face à indignação de uma americana (isso passou-se no centro de Paris e ninguém fez nada?!), a protagonista, Kristin Scott Thomas a interpretar Julia Jarmond, pergunta-lhe o que faria ela se estivesse naquele tempo naquele local. Uma boa questão...
As atrocidades cometidas no Holocaustro ultrapassaram toda a imaginação e remetem-nos directamente para a "Humanidade do Homem", problematizada por Heidegger, que apoiou os nazis e posteriormente, depois da guerra, afirmou ter sido "neutral"... Um tranquilo observador do desvelamento do Ser na história...
Tudo isto é interessante mas o importante é que a Arte e o cinema impeçam o esquecimento. A falar em Arte quero lembrar Gerhard Richter que nos seus quadros, agora expostos numa exibição maior na Tate Modern, em Londres, não deixa esquecer a guerra (WWII) e não deixa esquecer os "suicídios" dos elementos do Baader Meinhof nas prisões alemãs. Aqueles activistas (ou terroristas, se isso traz paz às vossas mentes) proclamavam que haviam nazis que continuavam a ocupar lugares no Estado alemão.