Juntaram as mãos em jeito de súplica, gritaram palavras de protesto e depois imolaram-se pelo fogo. Os tibetanos Choepel, de 19 anos, e Khayang, de 18, sacrificaram-se contra a repressão na China. Já houve sete casos desde Março, segundo a organização Free Tibet. Choepel morreu na estrada onde os dois se imolaram, junto ao mosteiro de Kirti, na província chinesa de Sichuan, adiantou a Free Tibet a partir de fontes locais. O estado de Khayang não é ainda conhecido. Os dois tibetanos terão sido monges budistas naquele mosteiro, onde este ano já decorreram vários protestos contra o regime chinês e a repressão por motivos religiosos. radioculturaangolana
Nota: na segunda-feira passada foi a vez da monja Tenzin Wangmo, de 20 anos, do convento Dechen Chokorling, se imolar pelo fogo em protesto contra a repressão sistemática que as autoridades chinesas, que ocupam militarmente o Tibete, levam a cabo contra o budismo tibetano.
Nota: na segunda-feira passada foi a vez da monja Tenzin Wangmo, de 20 anos, do convento Dechen Chokorling, se imolar pelo fogo em protesto contra a repressão sistemática que as autoridades chinesas, que ocupam militarmente o Tibete, levam a cabo contra o budismo tibetano.