Um filme de 1996, do realizador Claude Beri. Basicamente um grande filme baseado num caso real da Resistência francesa à ocupação nazi.
Este filme traz-nos o lado heróico dos franceses durante o nazismo, heroísmo que foi protagonizado por uns poucos. Os alemães contaram com o apoio criminoso de numerosos franceses, que inclusivamente ocuparam cargos durante a ocupação servindo os nazis contra o seus conterrâneos e contra a Humanidade em geral.
Um resistente era obviamente um terrorista para os ocupantes e a pena era evidentemente a morte. O filme gira à volta de uma condenação de um "terrorista" e a forma como a sua mulher, uma professora, organizou um ataque (obviamente "terrorista") para salvar o marido da morte.
Um filme brilhante que nos confronta com a tão falada eficácia alemã, neste caso derrotada pela alma de uma mulher inteligente e corajosa, Lucie Aubrac, protagonizada por Carole Bouquet. Viva o terrorismo
Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...