Máquinas de Escrever da Vida, deusas do sexo de saris húmidos (equivalente indiano das T-shirts húmidas), deuses que descem do céu para se imiscuirem nos assuntos humanos, filtros mágicos, super-heróis, vilões diabólicos, etc., foram sempre os ingredientes da dieta fundamental do espectador do cinema indiano.
Salman Rushdie in Pisar o Risco
Nota: sobre o cinema indiano não posso falar muito, ao contrário de Salman Rushdie que fala (escreve) com propriedade e rasgos. Quanto à Índia, no que diz respeito à minha experiência própria, só posso dizer que é suja, corrupta e perigosa (pelo menos em Cachemira, onde estive).
Salman Rushdie in Pisar o Risco
Nota: sobre o cinema indiano não posso falar muito, ao contrário de Salman Rushdie que fala (escreve) com propriedade e rasgos. Quanto à Índia, no que diz respeito à minha experiência própria, só posso dizer que é suja, corrupta e perigosa (pelo menos em Cachemira, onde estive).