"Há muitos casos em investigação e que envolvem desde aquisições de equipamentos
à construção de determinados equipamentos e fármacos", disse, escusando-se a
quantificar os valores destas fraudes.
A ministra, perante uma plateia com vários responsáveis da área criminal e do sistema de fiscalização do sector da saúde, disse que "a corrupção nos sistemas de saúde envolve, muitas vezes, planos bem estruturados, onde impera uma lógica organizativa direccionada para a obtenção de lucros, em que a corrupção assume grande relevância".
Tal acontece, de acordo com Paula Teixeira da Cruz, "com práticas corruptivas adoptadas por certos laboratórios farmacêuticos, tendentes a aumentar a venda dos medicamentos que produzem, ou comercializam".
"O suborno, muitas vezes traduzido em favores que, exteriormente, não aparentam qualquer ilegalidade, permite a obtenção de proveitos ilícitos que, posteriormente, são branqueados e reinvestidos, quer na economia lícita, quer no financiamento de outras práticas criminosas", disse.
Paula Teixeira da Cruz considerou "fundamental" que "as investigações se direccionem para a procura dos produtos e vantagens auferidas pelas práticas criminosas".
"Apurar a existência de proveitos gerados pelas práticas criminosas e a sua localização, com vista à sua futura perda, deve ser também um dos objectivos da investigação, em especial, neste tipo de criminalidade", adiantou.
A ministra sublinhou que está a começar "um novo processo com uma cooperação institucional reforçada, disponibilizando peritagens, de uma forma como nunca foi feita, em articulação com os dois ministérios".
"Vamos atacar a fraude de forma programada e, desta vez, também organizada", disse. jn.pt
Nota: louvo a determinação da ministra neste tipo de grande criminalidade altamente planificada e organizada que está a destruir o SNS. No entanto gostaria de saber para quando uma auditoria exaustiva e independente ás avenças e aos contratos das sociedades de advogados com o Estado e os IP's.
A ministra, perante uma plateia com vários responsáveis da área criminal e do sistema de fiscalização do sector da saúde, disse que "a corrupção nos sistemas de saúde envolve, muitas vezes, planos bem estruturados, onde impera uma lógica organizativa direccionada para a obtenção de lucros, em que a corrupção assume grande relevância".
Tal acontece, de acordo com Paula Teixeira da Cruz, "com práticas corruptivas adoptadas por certos laboratórios farmacêuticos, tendentes a aumentar a venda dos medicamentos que produzem, ou comercializam".
"O suborno, muitas vezes traduzido em favores que, exteriormente, não aparentam qualquer ilegalidade, permite a obtenção de proveitos ilícitos que, posteriormente, são branqueados e reinvestidos, quer na economia lícita, quer no financiamento de outras práticas criminosas", disse.
Paula Teixeira da Cruz considerou "fundamental" que "as investigações se direccionem para a procura dos produtos e vantagens auferidas pelas práticas criminosas".
"Apurar a existência de proveitos gerados pelas práticas criminosas e a sua localização, com vista à sua futura perda, deve ser também um dos objectivos da investigação, em especial, neste tipo de criminalidade", adiantou.
A ministra sublinhou que está a começar "um novo processo com uma cooperação institucional reforçada, disponibilizando peritagens, de uma forma como nunca foi feita, em articulação com os dois ministérios".
"Vamos atacar a fraude de forma programada e, desta vez, também organizada", disse. jn.pt
Nota: louvo a determinação da ministra neste tipo de grande criminalidade altamente planificada e organizada que está a destruir o SNS. No entanto gostaria de saber para quando uma auditoria exaustiva e independente ás avenças e aos contratos das sociedades de advogados com o Estado e os IP's.