Encontrei uma instrumentista europeia da "orquestra estúdio", formada para Guimarães Capital da Cultura, e ela disse-me que ia tocar numa casa particular, numa iniciativa da Capital da Cultura chamada "Mi casa es tu casa", convidando-me para aparecer. O quê?! Sim é muito estranho, foi a resposta dela, sem mais comentários. Desculpa lá mas não apareço, ouço-te numa próxima oportunidade, retorqui.
Eu, para já, só reconheço um idioma consensualmente "internacional": o inglês. "Mi casa es tu casa" nem sei o que significa nem me interessa saber, e a Guimarães Capital da Cultura ou escreve em português - que é o normal e aceitável - ou em português e no idioma considerado "internacional", por baixo em letras mais pequenas, porque senão terá que escrever também em chinês (mandarim), pois a China comprou parte substancial da EDP e prepara-se para comprar parte da REN, nomeadamente, sendo portanto um país de "peso" em Portugal, e consequentemente o mandarim deve ser considerado o 3º "idioma internacional" em Portugal, depois do inglês (consensual) e do alemão (por mais que evidente inerência). Mas se se deseja meter também um idioma "histórico" e "cultural", teremos então o francês, que nesse caso seria o 3º "idioma internacional" em Portugal, passando o mandarim a 4º. "Mi casa es tu casa" não tem qualquer espaço no nosso contexto e cultura.
Eu, para já, só reconheço um idioma consensualmente "internacional": o inglês. "Mi casa es tu casa" nem sei o que significa nem me interessa saber, e a Guimarães Capital da Cultura ou escreve em português - que é o normal e aceitável - ou em português e no idioma considerado "internacional", por baixo em letras mais pequenas, porque senão terá que escrever também em chinês (mandarim), pois a China comprou parte substancial da EDP e prepara-se para comprar parte da REN, nomeadamente, sendo portanto um país de "peso" em Portugal, e consequentemente o mandarim deve ser considerado o 3º "idioma internacional" em Portugal, depois do inglês (consensual) e do alemão (por mais que evidente inerência). Mas se se deseja meter também um idioma "histórico" e "cultural", teremos então o francês, que nesse caso seria o 3º "idioma internacional" em Portugal, passando o mandarim a 4º. "Mi casa es tu casa" não tem qualquer espaço no nosso contexto e cultura.