Na resposta a algumas questões que coloquei a Luís Mira Amaral, nomeadamente sobre as medidas de "flexibilização" do mercado laboral e sobre o estado da justiça em Portugal, o presidente executivo do banco BIC português afirma:
Quanto ás medidas "estruturais", que acusou o governo de estar a adiar, anexou a comunicação que apresentou no Porto, no passado dia 19, e, sem prejuízo de uma análise posterior mais detalhada, gostaria de destacar as seguintes "tiradas":
"É fácil de explicar que a melhoria do nosso bem estar na sequência da adesão à moeda única se deveu às facilidades de endividamento criadas pelo euro e não ao aumento da nossa produtividade e competitividade. Esgotado pois o nosso "plafond" de endividamento, a festa iria acabar…"
" Não é nenhuma medida só por si que resolve mas sim o conjunto delas. Isto aplica-se à legislação laboral.
Quanto às autoridades judiciárias, é evidente que nenhuma organização deve estar entregue a si própria, sem um controlo exterior."
Quanto ás medidas "estruturais", que acusou o governo de estar a adiar, anexou a comunicação que apresentou no Porto, no passado dia 19, e, sem prejuízo de uma análise posterior mais detalhada, gostaria de destacar as seguintes "tiradas":
"É fácil de explicar que a melhoria do nosso bem estar na sequência da adesão à moeda única se deveu às facilidades de endividamento criadas pelo euro e não ao aumento da nossa produtividade e competitividade. Esgotado pois o nosso "plafond" de endividamento, a festa iria acabar…"
"Longe vão os tempos em que Constâncio, confundindo a União Política Americana com a União Monetária Europeia, comparava Portugal ao Mississipi para dizer que não nos precisávamos de preocupar com o desequilíbrio externo."