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PSP deteve dois sindicalistas

Os dois dirigentes sindicais ontem detidos pela PSP à porta da residência oficial do primeiro-ministro, José Sócrates, são hoje presentes a tribunal, em Lisboa. Um está indiciado por desobediência à autoridade, o outro por resistência e coacção sobre funcionário por, alegadamente, terem tentado furar a barreira policial. Alguns manifestantes que se concentraram em São Bento queixam-se de agressões por parte da força de segurança. Fonte oficial da PSP garante que os agentes apenas tentaram impedir que a barreira de segurança fosse ultrapassada, empurrando para trás algumas pessoas.

Os incidentes deram-se pelas 17.30, depois de duas horas de concentração de 300 manifestantes, com a presença do secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, que protestaram numa das ruas junto à residência oficial do primeiro-ministro. Uma iniciativa organizada pela Frente Comum dos Sindicatos, que visava marcar o início de mais umas jornadas de luta dos funcionários públicos contra os cortes salariais.

Com a acção já terminada, os manifestantes mostraram intenção de passar na rua em frente à residência. Nesse momento, os policias formaram um cordão para impedir a marcha. "Se continuassem, daria a impressão que a manifestação iria continuar rua abaixo", disse ao DN uma fonte policial, explicando que foi dada ordem por três vezes de que não podiam passar. A ordem não foi cumprida e, num momento de grande tensão, as detenções foram efectuadas. Mas "sem agressões. As pessoas só tiveram de ser empurradas", disse. dn.pt

Nota: em Portugal, os criminosos escapam nas barbas dos guardas. Os bandidos roubam armas dos quartéis. A valentia dos polícias portugueses resume-se em agredir e prender sindicalistas. Um dia virão forças policiais europeias meter os polícias portugueses na ordem, pois trata-se de uma intervenção interna e legítima no seio da UE. Nessa altura vamos ver a valentia dos polícias portugueses...

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