Escutas de Sócrates já voltaram ao processo
Cópias integrais das escutas telefónicas a Armando Vara, incluindo as das conversas com José Sócrates, que escaparam à destruição efectuada em Abril, por ordem do presidente do Supremo, voltaram a ser integradas no processo Face Oculta.
Estas cópias estavam no processo de inquérito que o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa fez sobre o chamado 'caso ANF' (Associação Nacional de Farmácias. O DIAP enviou agora estas escutas para o Tribunal Central de Instrução Criminal, onde decorre a instrução do processo Face Oculta, e na sequência de um pedido feito pelo juiz Carlos Alexandre.
Em despacho, o juiz regista a recepção das cópias e determina que estas sejam guardadas no cofre do tribunal, devidamente seladas, juntamente com os duplicados de gravações descobertos em Dezembro, e a aguardar pelo desfecho dos recursos que estão pendentes no Supremo Tribunal de Justiça e que contestam a ordem de destruição dada pelo presidente, Noronha Nascimento.
«Renova-se aqui o anteriormente decidido no despacho proferido em 28/12/2010, devendo os presentes CD's ficarem acondiconados no cofre deste Tribunal, devidamente selados, a aguardar o transito da decisão de sua Excelência o Conselheiro Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, por subjazerem, relativamente às sessões que ora nos foram remetidas resultantes da cópia das sessões cuja destruição foi ordenada, os mesmos fundamentos que levaram à prolação de tal decisão» - lê-se no despacho. sol.pt
Nota: nem poderia ser de outra maneira.
Cópias integrais das escutas telefónicas a Armando Vara, incluindo as das conversas com José Sócrates, que escaparam à destruição efectuada em Abril, por ordem do presidente do Supremo, voltaram a ser integradas no processo Face Oculta.
Estas cópias estavam no processo de inquérito que o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa fez sobre o chamado 'caso ANF' (Associação Nacional de Farmácias. O DIAP enviou agora estas escutas para o Tribunal Central de Instrução Criminal, onde decorre a instrução do processo Face Oculta, e na sequência de um pedido feito pelo juiz Carlos Alexandre.
Em despacho, o juiz regista a recepção das cópias e determina que estas sejam guardadas no cofre do tribunal, devidamente seladas, juntamente com os duplicados de gravações descobertos em Dezembro, e a aguardar pelo desfecho dos recursos que estão pendentes no Supremo Tribunal de Justiça e que contestam a ordem de destruição dada pelo presidente, Noronha Nascimento.
«Renova-se aqui o anteriormente decidido no despacho proferido em 28/12/2010, devendo os presentes CD's ficarem acondiconados no cofre deste Tribunal, devidamente selados, a aguardar o transito da decisão de sua Excelência o Conselheiro Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, por subjazerem, relativamente às sessões que ora nos foram remetidas resultantes da cópia das sessões cuja destruição foi ordenada, os mesmos fundamentos que levaram à prolação de tal decisão» - lê-se no despacho. sol.pt
Nota: nem poderia ser de outra maneira.