Reduzir os deputados e não só
O candidato à presidência da República Fernando Nobre defendeu a redução do número de deputados para 100, a criação de dois «portais da transparência», micro crédito para os jovens e um «conselho de Estado informal da juventude».
Fernando Nobre participou num jantar com apoiantes em Santarém, durante o qual foi apresentada a sua comissão de honra distrital, presidida pelo seu mandatário Nelson Carvalho, o socialista que, até 2009, presidiu à câmara municipal de Abrantes.
Num discurso em que começou por invocar Salgueiro Maia, um dos homens que disse mais admirar, Nobre sublinhou que a sua candidatura tem apresentado propostas e que existe «para ter ideias próprias» e exercer «na plenitude» os poderes na Presidência.
Um dos objectivos que apontou foi a redução da representação na Assembleia da República para 100 deputados.
«Todos sabemos que a partir da terceira fila ninguém fala. Precisamos de deputados bem formados, super competentes, aguerridos, que façam boas leis e que representem o nosso Estado», afirmou.
Sublinhando que Portugal não é um país rico que possa desbaratar recursos, comparou os 2,16 deputados por cada 100 000 habitantes com o rácio de menos de um deputado por 100 000 habitantes em países como a Espanha, a França, a Holanda ou a Alemanha.
Fernando Nobre defendeu a responsabilização como princípio, propondo a criação de dois portais da transparência, um para os políticos e os detentores de cargos públicos, para que se conheçam as ligações mantidas, e a que sectores, durante e após o exercício dos mandatos, e outro para a Administração Pública e o Orçamento do Estado. sol.pt, 19 dez
Nota: os hospitais funcionavam genericamente bem com uma administração de 3 pessoas, presididas por um médico. Com o "novo" modelo passaram a ter uma administração de gestores profissionais, com 10, 11 e até 16 elementos, entre administradores e assessores, todos com bons ordenados mais carro de médio a topo de gama. Entretanto, apesar destes gestores profissionais todos, as contas do SNS derraparam como nunca antes tinha acontecido...
O candidato à presidência da República Fernando Nobre defendeu a redução do número de deputados para 100, a criação de dois «portais da transparência», micro crédito para os jovens e um «conselho de Estado informal da juventude».
Fernando Nobre participou num jantar com apoiantes em Santarém, durante o qual foi apresentada a sua comissão de honra distrital, presidida pelo seu mandatário Nelson Carvalho, o socialista que, até 2009, presidiu à câmara municipal de Abrantes.
Num discurso em que começou por invocar Salgueiro Maia, um dos homens que disse mais admirar, Nobre sublinhou que a sua candidatura tem apresentado propostas e que existe «para ter ideias próprias» e exercer «na plenitude» os poderes na Presidência.
Um dos objectivos que apontou foi a redução da representação na Assembleia da República para 100 deputados.
«Todos sabemos que a partir da terceira fila ninguém fala. Precisamos de deputados bem formados, super competentes, aguerridos, que façam boas leis e que representem o nosso Estado», afirmou.
Sublinhando que Portugal não é um país rico que possa desbaratar recursos, comparou os 2,16 deputados por cada 100 000 habitantes com o rácio de menos de um deputado por 100 000 habitantes em países como a Espanha, a França, a Holanda ou a Alemanha.
Fernando Nobre defendeu a responsabilização como princípio, propondo a criação de dois portais da transparência, um para os políticos e os detentores de cargos públicos, para que se conheçam as ligações mantidas, e a que sectores, durante e após o exercício dos mandatos, e outro para a Administração Pública e o Orçamento do Estado. sol.pt, 19 dez
Nota: os hospitais funcionavam genericamente bem com uma administração de 3 pessoas, presididas por um médico. Com o "novo" modelo passaram a ter uma administração de gestores profissionais, com 10, 11 e até 16 elementos, entre administradores e assessores, todos com bons ordenados mais carro de médio a topo de gama. Entretanto, apesar destes gestores profissionais todos, as contas do SNS derraparam como nunca antes tinha acontecido...