Comunicações mais caras que em Espanha
Tínhamos uma economia em enfraquecimento progressivo e um Estado a necessitar cada vez de mais impostos. Haveria de chegar o momento em que a economia não produziria receitas para o Estado. E foi isso que aconteceu.
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Aliás, este primeiro-ministro foi realmente uma desgraça para o País: nem tocou nos aspectos financeiros, nem tocou nos aspectos económicos.
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Há coisas que deve ser o ministro das Finanças a autorizar. Os carros devem ser modelo médio para ministros, e têm de durar cinco ou seis anos. Quando fui ministro, tinha um carro recuperado da sucata da alfândega de Lisboa.
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Se for obrigada a praticar preços por chamada que tenham em conta o nível de vida dos portugueses, a PT não vale aquilo que vale. A PT põe os preços que quer, a energia são os preços que quer, a Galp faz aquilo que quer...
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Mas não é possível termos comunicações caríssimas, taxas de aeroporto caríssimas - mais caras do que em Espanha.
Espanha extinguiu 29 organismos públicos
Marques Mendes recorda que Espanha, em Maio, extinguiu 29 organismos públicos. As vantagens desta reforma em Portugal seriam, segundo o gestor, menos burocracia, menos cargos de nomeação política e menos «estruturas inúteis, sobrepostas ou duplicadas». Haveria uma «mudança estrutural» no Estado e uma «boa alternativa» ao aumento de impostos.
Nota: segundo o semanário Expresso são 4560 cargos de administração (4560 administradores com salários "dourados"), mais "boas despesas de representação", que estão em causa no caso português.
Endividamento das autarquias dispara 13%
Dívida dos municípios cresceu 645 milhões de euros em 2009. Há pelo menos cem em grandes dificuldades de financiamento.
O endividamento líquido das autarquias cresceu mais de 645 milhões de euros em 2009, segundo os dados da evolução das dívidas dos municípios ontem divulgada pela Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
Dívida deve atingir os 90% do PIB
Comentários de Isabel Vicente, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise os discursos de Cavaco e Sócrates no 5 de outubro e a subida dos juros da dívida portuguesa.
Tínhamos uma economia em enfraquecimento progressivo e um Estado a necessitar cada vez de mais impostos. Haveria de chegar o momento em que a economia não produziria receitas para o Estado. E foi isso que aconteceu.
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Aliás, este primeiro-ministro foi realmente uma desgraça para o País: nem tocou nos aspectos financeiros, nem tocou nos aspectos económicos.
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Há coisas que deve ser o ministro das Finanças a autorizar. Os carros devem ser modelo médio para ministros, e têm de durar cinco ou seis anos. Quando fui ministro, tinha um carro recuperado da sucata da alfândega de Lisboa.
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Se for obrigada a praticar preços por chamada que tenham em conta o nível de vida dos portugueses, a PT não vale aquilo que vale. A PT põe os preços que quer, a energia são os preços que quer, a Galp faz aquilo que quer...
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Mas não é possível termos comunicações caríssimas, taxas de aeroporto caríssimas - mais caras do que em Espanha.
Espanha extinguiu 29 organismos públicos
Marques Mendes recorda que Espanha, em Maio, extinguiu 29 organismos públicos. As vantagens desta reforma em Portugal seriam, segundo o gestor, menos burocracia, menos cargos de nomeação política e menos «estruturas inúteis, sobrepostas ou duplicadas». Haveria uma «mudança estrutural» no Estado e uma «boa alternativa» ao aumento de impostos.
Nota: segundo o semanário Expresso são 4560 cargos de administração (4560 administradores com salários "dourados"), mais "boas despesas de representação", que estão em causa no caso português.
Endividamento das autarquias dispara 13%
Dívida dos municípios cresceu 645 milhões de euros em 2009. Há pelo menos cem em grandes dificuldades de financiamento.
O endividamento líquido das autarquias cresceu mais de 645 milhões de euros em 2009, segundo os dados da evolução das dívidas dos municípios ontem divulgada pela Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
Dívida deve atingir os 90% do PIB
Comentários de Isabel Vicente, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise os discursos de Cavaco e Sócrates no 5 de outubro e a subida dos juros da dívida portuguesa.