Dogcountry
Lembra-se de Dogville de Lars von Trier?
Ok. Falemos de Q.
Q é mau?
É!
Merece ser punido?
Merece!
Agora diga-nos uma coisa: que punição mereceria um sujeito que administrando uma instituição juvenil de utilidade pública tivesse, durante anos e anos, chantageado muitos jovens no sentido de fazerem sexo gay com ele? E aqueles que sabendo dos abusos não o denunciaram? E aqueles que sabendo dos abusos lhe lamberam os pés para ganharem uma encomenda ou um trabalho?
É que teremos de reflectir na punição que iremos ministrar a Q em relação com outros casos de perversidade...
Imaginemos então que o nosso administrador, suponhamos (suposição meramente virtual), administrador de uma orquestra sinfónica juvenil, nunca foi punido, por ser uma "pessoa de bem" num Dogcountry, onde um administrador é sempre uma pessoa de bem.
Como as coisas num Dogcountry não acabarão, suponhamos, feliz ou infelizmente, como acabaram para a Dogville, temos de recolher o nosso polegar sinalizando para baixo quando pensamos em Q. Tudo isto foi um exercício, imaginemos, de reflexão académica ...
(in O Caso Q)
Lembra-se de Dogville de Lars von Trier?
Ok. Falemos de Q.
Q é mau?
É!
Merece ser punido?
Merece!
Agora diga-nos uma coisa: que punição mereceria um sujeito que administrando uma instituição juvenil de utilidade pública tivesse, durante anos e anos, chantageado muitos jovens no sentido de fazerem sexo gay com ele? E aqueles que sabendo dos abusos não o denunciaram? E aqueles que sabendo dos abusos lhe lamberam os pés para ganharem uma encomenda ou um trabalho?
É que teremos de reflectir na punição que iremos ministrar a Q em relação com outros casos de perversidade...
Imaginemos então que o nosso administrador, suponhamos (suposição meramente virtual), administrador de uma orquestra sinfónica juvenil, nunca foi punido, por ser uma "pessoa de bem" num Dogcountry, onde um administrador é sempre uma pessoa de bem.
Como as coisas num Dogcountry não acabarão, suponhamos, feliz ou infelizmente, como acabaram para a Dogville, temos de recolher o nosso polegar sinalizando para baixo quando pensamos em Q. Tudo isto foi um exercício, imaginemos, de reflexão académica ...
(in O Caso Q)