O serviço público da RTP
O computador do repórter da RTP Carlos Pinota - que foi apreendido pela PSP no âmbito de um processo em que o jornalista é suspeito de crime de lenocínio - contém uma lista explosiva de nomes que procuravam prostitutas, avança o Correio da Manhã. Entre eles, estão conhecidos gestores da banca, deputados da Assembleia da República, ex-membros do Governo e outras personalidades.
Estes clientes procuravam prostitutas brasileiras que seriam angariadas por Carlos Pinota e pelo sócio, Miguel M., informático no Banco Espírito Santo.
O repórter de imagem da televisão pública foi alvo de investigação depois de as autoridades terem chegado ao seu site - Momentos de Prazer - onde as mulheres pagavam para colocar anúncios, escreve o CM.
Porém, Carlos Pinota e Miguel M. não se limitavam a gerir o site. De acordo com a investigação, na qual são suspeitos de lenocínio - favorecimento à prostituição - e auxílio à imigração ilegal, o repórter e o informático também angariavam prostitutas para clientes VIP.
E os serviços menos públicos
O DIAP de Aveiro decidiu abrir um novo inquérito-crime, extraído do processo Face Oculta, para apurar, entre outras coisas, o que aconteceu a 500 mil euros que Armando Vara entregou em 2008 e 2009 a Conceição Leal, actual administradora do Banif, ex-administradora da PT e antiga número 2 da RTP na altura da presidência de João Carlos Silva.
O reino dos Madureiras
O capítulo 115 da Peregrinação é o melhor retrato que alguém fez de nós. Aguentamos o indizível, temos a vida por um fio e quase não damos por isso pois o que conta é saber quem tem “melhor moradia na casa de el-rei nosso Senhor, se os Madureiras se os Fonsecas“. E quando finalmente o óbvio se impõe chamamos-lhe desastre e não derrota: no século XVI, el-rei nosso Senhor perdeu a sua casa que é como quem diz Portugal perdeu a independência. No século XXI é duvidoso que alguém queira a nossa casa. Preferem que a paguemos em títulos de dívida.
O computador do repórter da RTP Carlos Pinota - que foi apreendido pela PSP no âmbito de um processo em que o jornalista é suspeito de crime de lenocínio - contém uma lista explosiva de nomes que procuravam prostitutas, avança o Correio da Manhã. Entre eles, estão conhecidos gestores da banca, deputados da Assembleia da República, ex-membros do Governo e outras personalidades.
Estes clientes procuravam prostitutas brasileiras que seriam angariadas por Carlos Pinota e pelo sócio, Miguel M., informático no Banco Espírito Santo.
O repórter de imagem da televisão pública foi alvo de investigação depois de as autoridades terem chegado ao seu site - Momentos de Prazer - onde as mulheres pagavam para colocar anúncios, escreve o CM.
Porém, Carlos Pinota e Miguel M. não se limitavam a gerir o site. De acordo com a investigação, na qual são suspeitos de lenocínio - favorecimento à prostituição - e auxílio à imigração ilegal, o repórter e o informático também angariavam prostitutas para clientes VIP.
E os serviços menos públicos
O DIAP de Aveiro decidiu abrir um novo inquérito-crime, extraído do processo Face Oculta, para apurar, entre outras coisas, o que aconteceu a 500 mil euros que Armando Vara entregou em 2008 e 2009 a Conceição Leal, actual administradora do Banif, ex-administradora da PT e antiga número 2 da RTP na altura da presidência de João Carlos Silva.
O reino dos Madureiras
O capítulo 115 da Peregrinação é o melhor retrato que alguém fez de nós. Aguentamos o indizível, temos a vida por um fio e quase não damos por isso pois o que conta é saber quem tem “melhor moradia na casa de el-rei nosso Senhor, se os Madureiras se os Fonsecas“. E quando finalmente o óbvio se impõe chamamos-lhe desastre e não derrota: no século XVI, el-rei nosso Senhor perdeu a sua casa que é como quem diz Portugal perdeu a independência. No século XXI é duvidoso que alguém queira a nossa casa. Preferem que a paguemos em títulos de dívida.