No mesmo barco *
O estudo da EIU explica que Portugal e Irlanda estão no mesmo barco, pois "ambos vão precisar de aumentar os níveis de financiamento em 2011". Portugal vai ter um primeiro semestre muito exigente em termos de colocação de dívida pública. "A Irlanda irá precisar da ajuda e é possível que Portugal também necessite", escreve. Os peritos britânicos alertam, no entanto, que quanto mais tarde solicitar apoio, mais caro ficará. "Os países que desejem aceder a financiamento [através da facilidade de crédito] terão de pagar substancialmente mais que os 5% que a Grécia obteve no início do ano."
A notícia menos má é que, mesmo com a ajuda internacional, Irlanda e Portugal não vão falhar os seus compromissos nos próximos três anos. O mesmo não espera da Grécia: apesar do apoio de 110 mil milhões de euros concedido, este país vai mesmo falir e, por isso, será obrigado a "reestruturar parcialmente a dívida em 2012". dn.pt, 25 Nov
* mas o problema de Portugal é mais grave que o da Irlanda porque o sistema de ensino tem certificado mas não tem nem educado nem formado, arruinando a "competitividade". Por outro lado, as empresas portuguesas, e os bancos, que pagam fortunas aos seus administradores, na generalidade conseguem lucros impressionantes devido a tarifas absurdamente elevadas que cobram aos portugueses. Não são muitas as que geram grandes lucros pela sua capacidade produtiva, inovadora e exportadora.
O estudo da EIU explica que Portugal e Irlanda estão no mesmo barco, pois "ambos vão precisar de aumentar os níveis de financiamento em 2011". Portugal vai ter um primeiro semestre muito exigente em termos de colocação de dívida pública. "A Irlanda irá precisar da ajuda e é possível que Portugal também necessite", escreve. Os peritos britânicos alertam, no entanto, que quanto mais tarde solicitar apoio, mais caro ficará. "Os países que desejem aceder a financiamento [através da facilidade de crédito] terão de pagar substancialmente mais que os 5% que a Grécia obteve no início do ano."
A notícia menos má é que, mesmo com a ajuda internacional, Irlanda e Portugal não vão falhar os seus compromissos nos próximos três anos. O mesmo não espera da Grécia: apesar do apoio de 110 mil milhões de euros concedido, este país vai mesmo falir e, por isso, será obrigado a "reestruturar parcialmente a dívida em 2012". dn.pt, 25 Nov
* mas o problema de Portugal é mais grave que o da Irlanda porque o sistema de ensino tem certificado mas não tem nem educado nem formado, arruinando a "competitividade". Por outro lado, as empresas portuguesas, e os bancos, que pagam fortunas aos seus administradores, na generalidade conseguem lucros impressionantes devido a tarifas absurdamente elevadas que cobram aos portugueses. Não são muitas as que geram grandes lucros pela sua capacidade produtiva, inovadora e exportadora.