Gritante incompetência
i) a mãe de Q tentou proteger um filho que era constantemente "gozado" e exovalhado. Posteriormente a protecção foi nociva e causa provável da perversão de Q, causando descuido da mãe em relação aos outros filhos, que ela acreditava serem mais capazes e por isso não necessitarem tanto de protecção como Q.
ii) uma psicóloga clínica - naquele caso com formação como psicoterapêuta e indicada ao paciente por uma associação de psicoterapeutas - tem de ser capaz de interpretar para além daquilo que ouve do paciente, especialmente num caso em que a relação com a mãe está aparentemente na origem da patologia.
iii) a psicóloga não só perdeu o paciente como exarcebou conflitos (inúteis porque nada modificaram) com a mãe, que poderiam ter sido ainda mais graves se o paciente convivesse regularmente com ela. in O caso Q
i) a mãe de Q tentou proteger um filho que era constantemente "gozado" e exovalhado. Posteriormente a protecção foi nociva e causa provável da perversão de Q, causando descuido da mãe em relação aos outros filhos, que ela acreditava serem mais capazes e por isso não necessitarem tanto de protecção como Q.
ii) uma psicóloga clínica - naquele caso com formação como psicoterapêuta e indicada ao paciente por uma associação de psicoterapeutas - tem de ser capaz de interpretar para além daquilo que ouve do paciente, especialmente num caso em que a relação com a mãe está aparentemente na origem da patologia.
iii) a psicóloga não só perdeu o paciente como exarcebou conflitos (inúteis porque nada modificaram) com a mãe, que poderiam ter sido ainda mais graves se o paciente convivesse regularmente com ela. in O caso Q