Massacre de Santa Cruz foi há 19 anos
O Massacre de Santa Cruz marca o início da derrota da ocupação Indonésia. As imagens captadas por Max Stahl, jornalista que na altura estava ao serviço da Yorkshine Television, sensibilizaram a comunidade internacional para a dramática situação do povo timorense.
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12 de Novembro de 1991, presença em massa de estudantes na missa em honra do jovem Sebastião Gomes (semanas antes, este mesmo jovem fora assassinado pelas tropas indonésias, durante uma vigília, junto à Igreja Motael). Após a missa rumaram até à sua campa, no cemitério de Santa Cruz, em Díli. E foi aí que aconteceu o massacre.
Soldados indonésios dispararam indiscriminadamente sobre a multidão que se manifestava no cemitério. O que mais se retém das imagens televisivas é, entre muitas outras, o som das sirenes e o rapaz ferido a esvair-se em sangue, ajudado por um amigo. Além do som das metralhadoras, é também audível as orações dos sobreviventes do massacre. E gritos, muitos gritos. 271 mortos, 278 feridos e 270 desaparecidos.
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Durante a manifestação estavam no cemitério quatro jornalistas ocidentais. Além de Max Stahl, o britânico Steve Cox (fotógrafo) e os norte-americanos Alan Nairn e Amy Goodman, que acabaram feridos. Um jovem activista neozelandês, Kamal Bamadhaj , estudante de Ciências Politicas e activista pelos Direitos Humanos foi assassinado, quando tentava escapar do tiroteio. sapo.pt, 12 Nov
O Massacre de Santa Cruz marca o início da derrota da ocupação Indonésia. As imagens captadas por Max Stahl, jornalista que na altura estava ao serviço da Yorkshine Television, sensibilizaram a comunidade internacional para a dramática situação do povo timorense.
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12 de Novembro de 1991, presença em massa de estudantes na missa em honra do jovem Sebastião Gomes (semanas antes, este mesmo jovem fora assassinado pelas tropas indonésias, durante uma vigília, junto à Igreja Motael). Após a missa rumaram até à sua campa, no cemitério de Santa Cruz, em Díli. E foi aí que aconteceu o massacre.
Soldados indonésios dispararam indiscriminadamente sobre a multidão que se manifestava no cemitério. O que mais se retém das imagens televisivas é, entre muitas outras, o som das sirenes e o rapaz ferido a esvair-se em sangue, ajudado por um amigo. Além do som das metralhadoras, é também audível as orações dos sobreviventes do massacre. E gritos, muitos gritos. 271 mortos, 278 feridos e 270 desaparecidos.
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Durante a manifestação estavam no cemitério quatro jornalistas ocidentais. Além de Max Stahl, o britânico Steve Cox (fotógrafo) e os norte-americanos Alan Nairn e Amy Goodman, que acabaram feridos. Um jovem activista neozelandês, Kamal Bamadhaj , estudante de Ciências Politicas e activista pelos Direitos Humanos foi assassinado, quando tentava escapar do tiroteio. sapo.pt, 12 Nov