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Da Europa que não aceita receber "lições de democracia" *

Custos dispararam nas obras da Parque Escolar em benefício dos empreiteiros


* referia-se o presidente da CE à Europa dos assassinos e corruptos, onde a vida humana vale menos do que nada e onde "democracia" significa saquear sem limite o dinheiro dos contribuintes? O facto de não existir um Estado federado na UE não é justificação para a patética inacção da UE, sobretudo da sua CE e do seu presidente, face aos escandalosos e gritantes problemas de Portugal. A UE tem meios para obrigar Portugal a mudar: se o tivesse feito o índice de corrupção seria seguramente menor e o respeito pela vida humana seria seguramente maior. Mas preferiu fechar os olhos às atrocidades que acontecem diariamente em Portugal e que não são novas, ou Portugal não fosse o país da Casa Pia! (nem de propósito ouve-se na tv que "Bruxelas" instaurou um processo a Portugal por causa do acondicionamento do transporte das galinhas: "Bruxelas" parece não querer perceber que Portugal ainda se encontra num estádio onde a vida humana nem está protegida nem garantida - o jornal Público de 22 de Junho de 2012 refere uma investigação que demonstra que os tribunais portugueses protegem frequentemente os assassinos de mulheres! Portugal ainda se encontra na "idade média" e as preocupações dos países desenvolvidos e avançados não encaixam na realidade portuguesa)


Só "forças exteriores" conseguirão alterar o estado das coisas em Portugal: o presidente da Comissão Europeia, que é português, foi primeiro-ministro de Portugal e conhece bem "a casa", sabe isto melhor do que ninguém e nada fez do que poderia e deveria ter feito enquanto presidente da CE. Por isso deveria pensar melhor antes de recusar as "lições de democracia" dos outros, porque no fundo Portugal representa tudo aquilo que uma democracia verdadeira deve activa, liminar e absolutamente rejeitar: a total falta de respeito pela vida humana e a total falta de transparência na gestão dos bens públicos. "Democracias" como a portuguesa são nocivas e dispensáveis pois pervertem a visão do que é uma democracia verdadeira e oferecem argumentos de grande peso aos totalitários.

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