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O advento do "impensável" *

banking union and common European guarantee schemes for deposits; a European finance minister, Europe's own resources (meaning a European tax) and a newly constituted political system that provides the legitimate basis for all of this – "this" meaning the mutualisation of debt or eurobonds.
...
The timeline for all this historical reconstruction of the EU is five to 10 years, Merkel says. But the Greek elections have definitely fired the starting gun. In this respect, the German press today is ahead of the press of many other member states. It is on an offensive to embrace the impossible: preparing the ground for quantum leaps in European integration. No more lies: if we do that, Europe, nothing remains as before.


* só o "impensável" - um governo federal da Eurozona - pode salvar países como Portugal (onde Institutos Públicos extintos dão subsídios de centenas de milhares de euros, como na Madeira - e onde se gastam ilegalmente 600 mil euros em viagens dos governantes e respectivas mulheres, como nos Açores - não falemos das PPP: isso é  coisa que vai para os milhões de milhões, com lucros mínimos garantidos de 10% durante dezenas de anos - "nunca visto em nenhum lugar" - afirmou um professor do IST na comissão parlamentar que anda a tentar perceber o que na realidade são as PPP: são o impensável sem aspas; são o sonho de todo e qualquer mafioso: sacar milhões de milhões sem risco, sem chatices, tudo "legal", milhões de milhões garantidos para o resto da vida: as PPP são o "simplex" da Máfia de Estado Portuguesa)

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

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Até parece que se aproxima o Armagedão

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