Avançar para o conteúdo principal

Se UE colapsar a culpa será dos franceses

"Hollande wants to collectivize debts in the euro zone as much as possible. Merkel is against the idea, because it would require Germany to make the largest contribution. She would only be willing to make concessions on the issue, she said, if the individual countries agreed to relinquish a substantial share of their sovereignty on budgetary issues to Brussels. Hollande wants precisely the opposite approach, as he emphasized in Rome."


'Even a cautious and levelheaded man like German Finance Minister Wolfgang Schäuble isn't entirely sure that the European Union will survive the possible collapse of the monetary union. Many things would be called into question, the finance minister said in a SPIEGEL interview, "from the common domestic market to freedom of travel in Europe."'



The situation is so dramatic that Italian Prime Minister Monti is already predicting that the fate of the euro will be decided within 10 days.

Mensagens populares deste blogue

Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"