"Democracia com falhas"
Portugal passou este ano de uma situação de democracia plena para uma democracia com falhas, o que se deve sobretudo à erosão da soberania associada à crise da zona euro, revela o Índice da Democracia 2011 do Economist Intelligence Unit.
Pela primeira vez, Portugal surge no grupo das democracias com falhas, depois de o mesmo ter acontecido à França, Itália e Grécia.
Num total de 10 pontos, Portugal obtém 7,81, o que resulta de uma avaliação de cinco critérios: processo eleitoral e pluralismo (9,58 pontos), funcionamento do Governo (6,43), participação política (6,11), cultura política (7,50) e liberdades cívicas (9,41).
O relatório conclui que, em 2011, o declínio da democracia se concentrou na Europa (Finlândia, Irlanda, Alemanha, Espanha, Portugal, Itália e Grécia). A principal razão apontada é a erosão da soberania associada aos efeitos e às respostas à crise. publico.pt
Nota: com tantas "falhas" que talvez não seja exactamente uma democracia verdadeira... Mas, um relatório que não avalia a gestão dos dinheiros do Estado num Estado que faliu, parece ser um relatório com muitas falhas...
Portugal passou este ano de uma situação de democracia plena para uma democracia com falhas, o que se deve sobretudo à erosão da soberania associada à crise da zona euro, revela o Índice da Democracia 2011 do Economist Intelligence Unit.
Pela primeira vez, Portugal surge no grupo das democracias com falhas, depois de o mesmo ter acontecido à França, Itália e Grécia.
Num total de 10 pontos, Portugal obtém 7,81, o que resulta de uma avaliação de cinco critérios: processo eleitoral e pluralismo (9,58 pontos), funcionamento do Governo (6,43), participação política (6,11), cultura política (7,50) e liberdades cívicas (9,41).
O relatório conclui que, em 2011, o declínio da democracia se concentrou na Europa (Finlândia, Irlanda, Alemanha, Espanha, Portugal, Itália e Grécia). A principal razão apontada é a erosão da soberania associada aos efeitos e às respostas à crise. publico.pt
Nota: com tantas "falhas" que talvez não seja exactamente uma democracia verdadeira... Mas, um relatório que não avalia a gestão dos dinheiros do Estado num Estado que faliu, parece ser um relatório com muitas falhas...