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A culpa é do euro!…

O que mais impressiona nestas reiteradas declarações de Ferreira do Amaral, é constatar que persistem economistas do 1º Mundo a defender para os seus países o modelo das desvalorizações competitivas. Dir-se-ia que para esta gente não existem upgrades na cadeia de valor industrial e o crescimento só é possível com base numa política de baixos salários, à custa da exploração da classe operária, como diria o PCP. A sua visão da nossa indústria ainda será uma fotografia dos anos 60, aquele estafado estereótipo do “empresário de vão-de-escada” e operariado analfabeto e bronco, que pouco mais sabem fazer que pechisbeque em regime de sub-contratação blasfemias.net

Nota: "Portanto, há que pô-los a fabricar baratinho e, se possível, em grande escala, para angariar receitas que paguem as importações dos BMWs, LEDs, iPads e outros gadgets que fazem as delícias da classe média terciária."

(nota 2: economista do 1º Mundo?!)

Nota 3: "As condições de vida de um país resultam da sua tradição e cultura de bons governos e não tanto das riquezas naturais com que, porventura, sejam bafejadas pelos caprichos da natureza (riquezas essas, tantas vezes desbaratadas às mãos de obscuros tiranos e tiranetes)." (PMF in blasfemias.net)

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

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