Viola enteada durante seis anos
Em comunicado, a PJ adiantou que os indícios recolhidos apontam no sentido de o crime “se ter iniciado quando a vítima tinha dez anos de idade, estendendo-se ao longo do tempo até à última semana”. A vítima, actualmente com 16 anos, era violada na casa onde a família habita, numa freguesia do concelho de Vagos.
O suspeito “aproveitava a comunhão de habitação e a ausência de terceiros, aguardando muitas vezes a saída de casa da esposa, para o trabalho, juntamente com dois outros filhos do casal, para ir ao quarto da enteada onde a obrigava a manter relações sexuais com ele”.
O detido, operário da construção civil com 47 anos, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção. correiomanha.pt
‘Monstro do Porto’ fica na prisão
O director bancário que violava os dois filhos menores, um rapaz de 13 anos e uma menina adoptada de 14, não irá sair da cadeia anexa à PJ do Porto, onde está em prisão preventiva. A medida de coacção foi imposta pela juíza no primeiro interrogatório a 3 de Setembro e só deverá ser reavaliada quando passarem três meses após a detenção.
Mesmo aí, o ‘Monstro do Porto', que é defendido pelo escritório do advogado de Pinto da Costa, só poderá sair da prisão se algum dos pressupostos que o mantêm na cadeia se tiverem alterado. Ao que o CM apurou, no primeiro interrogatório o Ministério Público propôs a prisão preventiva para o pedófilo, medida que foi aceite pela juíza. O advogado de defesa do bancário, de 45 anos, interpôs um recurso onde pedia que o predador ficasse em prisão domiciliária. No despacho, a magistrada afirma que a hipótese poderá vir a ser admitida, mas ressalva que tal apenas acontecerá futuramente se certos pressupostos, como o alarme social, tiverem deixado de existir. correiodamanha.pt
Nota 1: o real problema para a portuguesa justiça é o "alarme social", ou seja a indignação das pessoas.
Nota 2: já se reparou no impressionante e anormal número de casos deste género em Portugal?
Em comunicado, a PJ adiantou que os indícios recolhidos apontam no sentido de o crime “se ter iniciado quando a vítima tinha dez anos de idade, estendendo-se ao longo do tempo até à última semana”. A vítima, actualmente com 16 anos, era violada na casa onde a família habita, numa freguesia do concelho de Vagos.
O suspeito “aproveitava a comunhão de habitação e a ausência de terceiros, aguardando muitas vezes a saída de casa da esposa, para o trabalho, juntamente com dois outros filhos do casal, para ir ao quarto da enteada onde a obrigava a manter relações sexuais com ele”.
O detido, operário da construção civil com 47 anos, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção. correiomanha.pt
‘Monstro do Porto’ fica na prisão
O director bancário que violava os dois filhos menores, um rapaz de 13 anos e uma menina adoptada de 14, não irá sair da cadeia anexa à PJ do Porto, onde está em prisão preventiva. A medida de coacção foi imposta pela juíza no primeiro interrogatório a 3 de Setembro e só deverá ser reavaliada quando passarem três meses após a detenção.
Mesmo aí, o ‘Monstro do Porto', que é defendido pelo escritório do advogado de Pinto da Costa, só poderá sair da prisão se algum dos pressupostos que o mantêm na cadeia se tiverem alterado. Ao que o CM apurou, no primeiro interrogatório o Ministério Público propôs a prisão preventiva para o pedófilo, medida que foi aceite pela juíza. O advogado de defesa do bancário, de 45 anos, interpôs um recurso onde pedia que o predador ficasse em prisão domiciliária. No despacho, a magistrada afirma que a hipótese poderá vir a ser admitida, mas ressalva que tal apenas acontecerá futuramente se certos pressupostos, como o alarme social, tiverem deixado de existir. correiodamanha.pt
Nota 1: o real problema para a portuguesa justiça é o "alarme social", ou seja a indignação das pessoas.
Nota 2: já se reparou no impressionante e anormal número de casos deste género em Portugal?