Castro critica ministra
* mentira: o Rei é o mercado financeiro (do qual as corruptas swaps foram só a ponta do iceberg); o Roque são as futuras muy desejadas PPP no ensino obrigatório, que vão aumentar (ainda mais!) a corrupção de Estado e as desigualdades sociais e culturais, no país que é um dos mais desiguais de toda a OCDE. Quanto ao caso em apreço não tenho opinião "forte"... Do ponto de vista psicanalítico, não "politicamente correcto", é bastante discutível. No entanto, se tivermos em conta as barbaridades a que algumas crianças portuguesas são submetidas em lares supostamente "normais", penso que isso pode ultrapassar as reservas "psicanalíticas" encontradas a-priori. Num país "mais normal" manteria essas reservas, porque o tão proclamado "direito" dos homossexuais adoptarem crianças é um falso direito. As crianças têm direito ao melhor lar para o seu "desenvolvimento pleno" (se isso existe...), que é o oposto radical de serem rodeados de bens materiais e hiper-protecção, numa tentativa de substituição de algo mais essencial. O "direito" dos homossexuais à adopção é uma estúpida perversão da questão relevante. Para não falarmos da mente absolutamente doente e psicótica de muitos gays e lésbicas, que resulta numa relação viciosa de poder e domínio uns em relação aos outros, em jogos permanentes de "engate", apesar de manterem uma relação, e no assédio, por vezes insistentemente agressivo, a pessoas que não têm nem querem ter nada a ver com eles/as. Uma criança que cresça no meio disso (e não estou a generalizar pois como acima referi há famílias "normais" piores e famílias "não normais" que não serão tão más), será um "psicótico" muito antes de atingir a adolescência (a "estrutura psíquica" psicótica estrutura-se por norma na infância, mas, virtualmente, podem acontecer "psicoses sociais", ou culturais, que, aparentemente, não são diretamente determinadas pela relação com os pais - no caso aqui tratado convergiria com as situações "clássicas", de estruturação na infância, com a eventual potenciação, a-posteriori, de uma "psicose social", o que poderia resultar numa psicopatia eventualmente mais grave). É tudo muito lindo e "muito moderno", mas ainda está por analisar a violência entre gays e lésbicas, dado que as vítimas eventualmente se sentem mais responsáveis pela situação criada, não aceite como "normal" por franjas da população. e por isso resistem a denunciar a violência e os abusos que sofrem.