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Do afundamento da UE

A Comissão Europeia andou décadas a deixar escapar os contratos criminosos feitos pelo Estado português que favoreceram grupos económicos e arruinaram o país. O presidente da CE sabe isso melhor do que ninguém até porque é um dos responsáveis pelo mísero estado a que o lugar chegou. Agora lança-se contra o subsídio de desemprego, sabendo que os portugueses maiores de 50 anos jamais serão "reciclados" e integrados do mercado de trabalho, até porque a formação global dos portugueses é má (tal como o presidente da CE muito bem sabe) e as suas capacidades bastante limitadas. Por estas e por outras é que a UE neste momento corre o risco efectivo de passar à história. Aliás, UE sem Euro significa o fim da linha para a UE, que na prática passará a ser uma mera CEE: um fim de linha sem honra nem mérito. O facto da CE ter um presidente que foi primeiro-ministro de um país como Portugal deixa muito a desejar...


Se o Euro sobreviver haverá um governo federal para a Eurozona e a UE tenderá a desaparecer. Se não sobreviver a UE desaparecerá naturalmente. Por exaustão.

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"