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Coisas a ter em conta

Some try to explain the absence of mass rallies by claiming that the tyrannical nature of the government prevents them, but this will not wash. In Egypt, the police, army and security forces under President Mubarak were far stronger than those under Assad in Syria today, yet they still could not prevent huge popular protests.

There has been nothing like that in Syria, for the reality is that the opposition does not represent the will of the people. Instead, it is a largely Islamist force that wants to end Assad’s attachment to secular rule, under which — for all the regime’s other failings — the rights of religious minorities are respected.

The opposition’s co-ordinating body, the Syrian National Council, is dominated by the hardline Muslim Brotherhood, which supports the imposition of Sharia law.

É preciso ter em atenção que estes governos ditatoriais e corruptos dos países mulçulmanos suportam milícias civis que cometem as maiores atrocidades e que permitem aos governos distanciarem-se dizendo que nada têm que ver com o assunto.  Foi assim no Irão a seguir às eleições manipuladas, com os activistas da oposição encarcerados, violentados e torturados e parece ser exactamente o que está a acontecer na Síria, que é aconselhada pelos iranianos, os quais têm ampla experiência no assunto pois conseguiram esmagar com sucesso a oposição.

Infelizmente a falhada "Primavera Árabe" e a instituição de um regime islâmico ditatorial na Tunísia, deixa a "comunidade internacional", e os democratas de todo o mundo que apoiaram entusiasticamente a "Primavera Árabe", com um pé atrás em relação a uma eventual intervenção militar internacional na Síria que iria abrir caminho à tomada de poder pelos islâmicos, que se aproveitaram dos movimentos dos jovens democratas que derrubaram as velhas ditaduras árabes, dando campo à posição da Rússia e da China no conselho de segurança da ONU.

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