Avançar para o conteúdo principal

Das PPP criminosas* e das EP's dos boys


O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que fora da tal conta oficial que vale para as estatísticas europeias há cerca de 25 mil milhões de euros (15% do Produto Interno Bruto) em “passivos contingenciais” que podem fazer subir o rácio do endividamento público já em 2013, dos 115% do PIB oficialmente previstos pela troika para um valor superior a 130%.
A dívida só deverá chegar a 90% em 2030, diz o Fundo, ainda muito acima do limite definido nos tratados europeus (60%).
Um estudo recente do banco BPI, da autoria de Cristina Casalinho, a economista-chefe do Banco BPI, que está em trânsito para a direção do IGCP (agência da dívida pública), confirma o problema. Refere que o incremento de dívida pode chegar a 5,9 mil milhões), mas deixa claro que há mais 17 mil milhões de euros em “dívida de empresas públicas não financeiras não incluídas [no critério de Maastricht], não sustentáveis” por resolver. 
Segundo o mesmo estudo, este primeiro fluxo de endividamento a reconhecer virá de empresas como a CP, a EDIA (que explora a barragem do Alqueva), a Carris, os hospitais EPE e de “encargos associados a concessões em curso” no sector rodoviário. Neste último caso, o problema terá a ver com as estimativas de tráfego que foram feitas exageradamente por cima.

* (e dos monstruosos crimes lesa-Estado não julgados)


Da consequente Insegurança Social



E das excepções

Mensagens populares deste blogue

Polícias criminosos

Da Crise e dos Cortes

A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt