A contestação interna a George Papandreou não pára de crescer. As críticas à decisão de realizar um referendo no país têm colocado o primeiro-ministro grego na linha de fogo das críticas tanto externas como internas, onde surgem agora notícias de que o partido socialista do governo já terá perdido a sua maioria no parlamento helénico.
A decisão de realizar um referendo ao novo pacote de ajuda externa europeia está a agitar a Grécia. A par de toda a agitação que vivem os mercados, líderes e nações mundiais, a classe política grega mostra claros sinais de discordância face à escolha de Papandreou.
O diário francês Le Monde avançou há momentos que o partido socialista do executivo grego já terá perdido a sua maioria absoluta no parlamento.
Como tal, confirma-se o cenário que vinha sendo avançado: o executivo de Papandreou está por um fio. O diário gaulês dá conta que dois deputados socialistas anunciaram que iam votar contra a moção de confiança, hoje alvo de sufrágio no parlamento.
Caso a moção de confiança ao referendo não passe no parlamento, o executivo grego corre o sério risco de cair.
Recorde-se que na terça-feira, dia em que o primeiro-ministro anunciou o referendo, apenas três deputados asseguravam a maioria socialista no parlamento helénico.
Logo na quarta-feira, a deputada Milena Apostolaki foi a primeira a materializar a sua discórdia com uma saída do parlamento, emagrecendo a maioria socialista para uma margem de apenas dois deputados.
A notícia surgiu após o próprio ministro das Finanças do país, Evangelos Venizelos, se ter mostrado contra a realização do referendo, justificando a sua posição com a adesão à Zona Euro, algo que considerou ser «uma conquista do povo», que ficará em risco caso o referendo seja aprovado no plebiscito popular. http://sol.sapo.pt
Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...