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Experiência BB *

Dizia que era suiço mas era um bósnio que trabalha na Suiça. Estranhei logo porque já viajei na Suiça, já me cruzei com muitos suiços e nunca me apareceu um suiço tão mafioso e tão corrosivo ao ponto de andar a espalhar que o português presidente da comissão europeia é gay, quando todos sabemos muito bem que não é. Vindo de um bósnio muçulmano (este género de tentativa de ridicularização é típica dos muçulmanos) não me espanta nada. "A Crónica de Travnic" pode ser um "simples" (e genial) romance histórico, mas o que lá se diz dos turcos e dos bósnios (que têm ascendência turca) é pura verdade.

... muito francamente, esta (experiência) bósnio-brasileira vai-me ficar na memória por ter sido asquerosa. Não contem comigo para defender outra intervenção na bósnia quando eles se começarem a matar outra vez uns aos outros. Acho que gente desta, tribal, maliciosa e corrosiva, só pode andar permanentemente em guerra. Faz parte do seu estado natural e nós não temos nada que intervir. (CCC in Crónicas)

* bósnio-brasileira

Nota 1: consta que os brasileiros têm facilidades específicas para solicitarem o passaporte português que os cidadãos das outras ex-colónias portuguesas não têm. Se fôr verdade, e é, será isto justo? Não seria mais razoável serem as últimas colónias portuguesas a terem um estatuto previligiado e não o Brasil que é um "império" independente há vários séculos? Será correcto Portugal andar a atribuir passaportes a cidadãos brasileiros cujo objectivo não é ficar em Portugal mas instalarem-se em países terceiros por conta do passaporte português? Não haverá aqui um "truque" que pode ser muito pouco desejado pelos países onde eles se vão instalar? Terá Portugal o direito de impôr aos outros países uma imigração potencialmente equivalente a várias vezes o número dos que habitam o seu território, com o truque da "porta do cavalo"?

Nota 2: não deveriam todos os países da UE favorecerem somente os imigrantes internos à própria UE, e refugiados devidamente comprovados, sobretudo agora em época de crise e desemprego?

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