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Ainda das aberrações da * justiça

Os cidadãos que se sentem vítimas da justiça não podem nomear e adjectivar publicamente as magistradas ou magistrados autores das decisões que eles consideram injustas, porque isso pode ser "insulto qualificado" (ou qualquer aberração portuguesa do género). Mas quem é que pode, neste país, garantir que na justiça portuguesa não existem procuradores e juízes, procuradoras e juízas corruptas, vigaristas e mafiosas, que tomam decisões na base dos interesses de uma das partes ou na base de interesses absolutamente obscuros? E porque é que nomear e insultar esses e essas juízas, esses e essas procuradoras, como corruptas, vigaristas e mafiosas há-de ser um insulto qualificado?! Não é isto uma forma de auto-protecção de uma classe profissional que com o tempo conseguiu um poder absoluto que ninguém ousa questionar directamente quando todos (ou quase) afirmam unanimemente que a justiça portuguesa é uma vergonha?

* portuguesa

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

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