Seis especialistas da ONU apelaram, em fevereiro, à libertação do ativista e promotor da língua tibetana Tashi Wangchuk, acusado por um tribunal chinês por "incitar ao separatismo".
De acordo com o Centro Tibetano para os Direitos Humanos e a Democracia (TCHRD), também o veterano Tsegon Gyal foi condenado a três anos de prisão pelas mesmas razões.
Estes casos, sem "qualquer base legal", revelam um padrão de "detenções arbitrárias e inexplicáveis", avançou o Observatório.
