Este caso começou com a publicação em 2011 em Portugal do livro Diamantes de Sangue - Corrupção e Tortura em Angola,
onde Rafael Marques denuncia os “crimes contra a humanidade” que diz
terem sido caucionados pelos generais na região mineira da Lundas, no
nordeste de Angola.
“A audiência vai decorrer à porta fechada em conformidade com o que está previsto na lei para os casos de difamação, calúnia e injúrias”, declarou o juiz Adriano Cerveira, numa sala de audiências com a lotação esgotada.
Depois das portas terem sido fechadas, uma dezena de jovens juntou-se à porta do Palácio de Justiça. Os manifestantes exibiram cartazes e gritaram slogans pedindo “libertem Rafael” e “prendam os generais”
Após alguns minutos, vários jovens foram detidos pelas forças policiais, que estavam de prevenção na zona. A polícia não confirmou o número de detenções.
“A audiência vai decorrer à porta fechada em conformidade com o que está previsto na lei para os casos de difamação, calúnia e injúrias”, declarou o juiz Adriano Cerveira, numa sala de audiências com a lotação esgotada.
Depois das portas terem sido fechadas, uma dezena de jovens juntou-se à porta do Palácio de Justiça. Os manifestantes exibiram cartazes e gritaram slogans pedindo “libertem Rafael” e “prendam os generais”
Após alguns minutos, vários jovens foram detidos pelas forças policiais, que estavam de prevenção na zona. A polícia não confirmou o número de detenções.